Interview on TNT Radio (UK) with James Freeman

It is always a pleasure to find new audiences. Yesterday provided such an opportunity on the James Freeman show of TNT Radio.

My interview begins at about 20 minutes into the pod and deals with the origins of the Ukraine conflict, the present state of play in the war and likely scenarios for its denouement including the possible sidelining of Biden by the Joint Chiefs of Staff to avoid nuclear catastrophe.

 My host was eager to discuss Russia’s alleged firing of a Kinzhal hypersonic missile in early March to destroy an underground bunker near Lvov used by NATO and Ukrainian senior officers. That and a couple of other piquant questions in the closing minutes of the interview should keep listeners on board to the end.

Translations below into German (Andreas Mylaeus), French (Youri) and Spanish (Hugo Guido)

Es ist immer eine Freude, neue Zuhörer zu finden. Gestern bot sich eine solche Gelegenheit in der James Freeman Show bei TNT Radio.

Mein Interview beginnt bei etwa 20 Minuten der Sendung und befasst sich mit den Ursprüngen des Ukraine-Konflikts, dem derzeitigen Stand des Krieges und wahrscheinlichen Szenarien für seine Auflösung, einschließlich der möglichen Absetzung Bidens durch die Generalstabschefs, um eine nukleare Katastrophe zu vermeiden.

Interview im TNT Radio (UK) mit James Freeman

Mein Gastgeber wollte unbedingt über den angeblichen Abschuss einer Kinzhal-Hyperschallrakete durch Russland Anfang März sprechen, mit der ein unterirdischer Bunker in der Nähe von Lemberg zerstört wurde, der von hochrangigen NATO- und ukrainischen Offizieren genutzt wird. Diese und einige andere pikante Fragen in den letzten Minuten des Interviews sollten die Zuhörer bis zum Ende bei der Stange halten.

Interview sur TNT Radio (UK) avec James Freeman

C’est toujours un plaisir de trouver de nouveaux auditoires. Hier, j’ai eu l’occasion de participer à l’émission de James Freeman sur TNT Radio.

Mon interview commence à environ 20 minutes et traite des origines du conflit ukrainien, de l’état actuel de la guerre et des scénarios probables pour son dénouement, y compris la possible mise à l’écart de Biden par les chefs d’état-major afin d’éviter une catastrophe nucléaire.

Mon hôte était impatient de discuter du tir présumé par la Russie d’un missile hypersonique Kinzhal au début du mois de mars pour détruire un bunker souterrain près de Lvov utilisé par des officiers supérieurs de l’OTAN et de l’Ukraine. Cette question et quelques autres questions intéressantes posées dans les dernières minutes de l’entretien devraient retenir l’attention des auditeurs jusqu’à la fin.

Entrevista en TNT Radio UK con James Freeman

Siempre es un placer encontrar nuevas audiencias. Ayer brindó tal oportunidad en el programa de James Freeman de TNT Radio.

Mi entrevista comienza aproximadamente a los 20 minutos de la cápsula y trata sobre los orígenes del conflicto de Ucrania, el estado actual de la guerra y los escenarios probables para su desenlace, incluida la posible marginación de Biden por parte del Estado Mayor Conjunto para evitar una catástrofe nuclear.

Mi anfitrión estaba ansioso por discutir el supuesto lanzamiento por parte de Rusia de un misil hipersónico Kinzhal a principios de marzo para destruir un búnker subterráneo cerca de Lvov utilizado por altos oficiales de la OTAN y Ucrania. Eso y un par de otras preguntas picantes en los minutos finales de la entrevista deberían mantener a los oyentes a bordo hasta el final.

Meeting of the Defense Ministers of the Shanghai Cooperation Organization in Delhi

One quite important event today in global politics is unlikely to receive coverage in The New York Times, The Financial Times, the BBC or Euronews.  I have in mind the meeting in Delhi of the defense ministers of the Shanghai Cooperation Organization.

The SCO is one of the two principal bodies that bring together the nations that are today challengers to the US-dominated world order. The other such body is BRICS.

Whereas BRICS is primarily an economic fraternity with focus on commercial relations among its members, meaning a platform of Soft Power, the SCO is primarily a Hard Power fraternity focusing on the security of its member states. It is also more limited geographically, concentrated on Eurasia. Its founding members were China, Russia, Kazakhstan, Kyrgyzstan and Tajikistan. Today it also includes Uzbekistan, India and Pakistan. Among the states accorded “observer” status are Afghanistan, Mongolia and Iran. And at its edges as “dialogue partners” are Armenia, Azerbaijan, Cambodia, Egypt, Nepal, Qatar, Saudi Arabia, Sri Lanka and Turkey.

There were a couple of outstanding and newsworthy developments at the SCO gathering in India today. One was the speech delivered by Russian Defense Minister Sergei Shoigu. Several minutes from this speech were carried on Russian news channels and what we heard was Shoigu declaring that from the start of the Special Military Operation in Ukraine the Collective West was throwing all of its military assets against Russia.

The other noteworthy development was the side meeting of Shoigu and his Chinese counterpart Li Shangfu. They were shown on television walking side by side to that meeting. Russian news tells us that Li used their meeting to extend an invitation to Shoigu to visit him in Beijing, and that Shoigu accepted.

The impact on the other SCO member states, observers and dialogue partners of these close and fast developing relations between the Russian and Chinese defense ministries cannot be overstated. Today they were all direct witnesses of this fact.  Among other things, this spells the end of opportunities for Central Asian states to play Russia off against China in obtaining favors, as Western media believed they were doing. It completely vitiates all efforts by U.S. Secretary of State Blinken over the past several months to pressure these same Central Asian countries into loosening or breaking ties with Moscow. These states are now all caught between a rock and a hard place.

The drama of the Russian-Chinese entente also will bear on the future conduct of India and Pakistan.  Here, too, the options for playing games or fence sitting are fast disappearing. For their part, Iran and Saudi Arabia will surely be among the countries taking great comfort in the bloc forming between the states they rely on to pursue a foreign policy independent of diktat from Washington.

©Gilbert Doctorow, 2023

Translations below into Brazilian Portuguese (Evandro Menezes), French (Youri), Spanish (Hugo Guido) and German (Andreas Mylaeus)

Reunião em Delhi dos ministros da defesa da Organização de Cooperação de Xangai

Um evento hoje, bastante importante na política global, provavelmente não receberá cobertura no New York Times, no Financial Times, na BBC ou na Euronews. Se trata da reunião em Delhi dos ministros da defesa da Organização de Cooperação de Xangai [ou SCO, sigla dos termos em inglês].

A SCO é um dos dois principais órgãos que reúnem as nações que hoje desafiam a ordem mundial dominada pelos Estados Unidos. O outro órgão é o BRICS.

Enquanto o BRICS é principalmente uma fraternidade econômica, com foco nas relações comerciais entre seus membros, ou seja, uma plataforma de poder brando, a SCO é principalmente uma fraternidade de poder duro, com foco na segurança de seus estados membros. Também é mais limitado geograficamente, se concentrado na Eurásia. Seus membros fundadores foram a China, a Rússia, o Cazaquistão, o Quirguistão e o Tadjiquistão. Hoje também inclui o Uzbequistão, a Índia e o Paquistão. Entre os estados associados como “observadores” estão o Afeganistão, a Mongólia e o Irã. E em suas bordas, como “parceiros de diálogo”, estão a Armênia, o Azerbaijão, o Camboja, o Egito, o Nepal, o Catar, a Arábia Saudita, o Sri Lanka e a Turquia.

Houve alguns eventos notáveis e interessantes no encontro da SCO na Índia hoje. Um deles foi o discurso proferido pelo ministro da defesa russo, Sergei Shoigu. Vários minutos desse discurso foram transmitidos em canais de notícias russos e o que ouvimos foi Shoigu declarando que, desde o início da Operação Militar Especial na Ucrânia, o Bloco Ocidental estava jogando todos os seus meios militares contra a Rússia.

Outro evento notável foi o encontro paralelo entre Shoigu e seu homólogo chinês, Li Shangfu. Eles foram mostrados na televisão caminhando lado a lado para sua reunião. A imprensa russa nos diz que Li usou o encontro para estender um convite a Shoigu para visitá-lo em Pequim e que Shoigu aceitou.

O impacto sobre os outros estados membros da SCO, observadores e parceiros de diálogo dessas relações estreitas e em rápido desenvolvimento entre os ministérios de defesa da Rússia e da China não pode ser exagerado. Hoje todos eles foram testemunhas diretas deste fato. Entre outras coisas, isto significa o fim das oportunidades para os estados da Ásia Central jogarem a Rússia contra a China para se obterem favores, como a mídia ocidental acreditava que eles estavam fazendo. Isto invalida completamente todos os esforços do secretário de Estado dos EUA, Blinken, nos últimos meses, para pressionar estes mesmos países da Ásia Central a afrouxar ou romper os laços com Moscou. Estes estados agora se encontram todos entre a cruz e a espada.

O drama da entente sino-russa também afetará a conduta futura da Índia e do Paquistão. Agora, as opções para se jogar ou se ficar em cima do muro estão desaparecendo rapidamente. De suas partes, o Irã e a Arábia Saudita certamente estarão entre os países que se sentem mais confortáveis com o bloco se formando entre os estados dos quais eles dependem para seguir uma política externa independente dos ditames de Washington.

Réunion des ministres de la Défense

de l’Organisation de coopération de Shanghai à Delhi

Il est peu probable que le New York Times, le Financial Times, la BBC ou Euronews rendent compte d’un événement important de la politique mondiale d’aujourd’hui. Je pense à la réunion à Delhi des ministres de la Défense de l’Organisation de coopération de Shanghai.

L’OCS est l’un des deux principaux organes qui rassemblent les nations qui sont aujourd’hui les challengers de l’ordre mondial dominé par les États-Unis. L’autre organisation est les BRICS.

Alors que les BRICS sont avant tout une fraternité économique qui se concentre sur les relations commerciales entre ses membres, c’est-à-dire une plateforme de soft power, l’OCS est avant tout une fraternité de hard power qui se concentre sur la sécurité de ses États membres. Elle est également plus limitée géographiquement, se concentrant sur l’Eurasie. Ses membres fondateurs étaient la Chine, la Russie, le Kazakhstan, le Kirghizstan et le Tadjikistan. Aujourd’hui, elle comprend également l’Ouzbékistan, l’Inde et le Pakistan. L’Afghanistan, la Mongolie et l’Iran figurent parmi les États bénéficiant du statut d’« observateur ». L’Arménie, l’Azerbaïdjan, le Cambodge, l’Égypte, le Népal, le Qatar, l’Arabie saoudite, le Sri Lanka et la Turquie se trouvent à ses côtés en tant que « partenaires de dialogue ».

La réunion de l’Organisation de coopération de Shanghai (OCS) qui s’est tenue aujourd’hui en Inde a donné lieu à deux événements remarquables et dignes d’intérêt. L’un d’eux est le discours prononcé par le ministre russe de la Défense, Sergei Shoigu. Plusieurs minutes de ce discours ont été diffusées sur les chaînes d’information russes et nous avons entendu Shoigu déclarer que depuis le début de l’opération militaire spéciale en Ukraine, l’Occident collectif lançait tous ses moyens militaires contre la Russie.

L’autre événement notable a été la rencontre entre Shoigu et son homologue chinois Li Shangfu. La télévision les a montrés marchant côte à côte pour se rendre à cette réunion. Les médias russes nous apprennent que Li a profité de leur rencontre pour inviter Shoigu à lui rendre visite à Pékin, ce que ce dernier a accepté.

L’impact sur les autres États membres de l’OCS, les observateurs et les partenaires du dialogue de ces relations étroites et en plein développement entre les ministères de la défense russe et chinois ne peut être sous-estimé. Aujourd’hui, ils en ont tous été les témoins directs. Cela signifie notamment que les États d’Asie centrale n’ont plus la possibilité d’opposer la Russie à la Chine pour obtenir des faveurs, comme le pensaient les médias occidentaux. Ceci réduit à néant tous les efforts déployés par le secrétaire d’État américain Blinken au cours des derniers mois pour faire pression sur ces mêmes pays d’Asie centrale afin qu’ils relâchent ou rompent leurs liens avec Moscou. Ces États sont désormais tous pris entre le marteau et l’enclume.

Le scénario de l’entente russo-chinoise aura également une incidence sur le comportement futur de l’Inde et du Pakistan.  Ici aussi, les options consistant à faire semblant de jouer ou à se contenter d’une position en retrait s’évanouissent rapidement. Pour leur part, l’Iran et l’Arabie saoudite seront certainement parmi les pays qui se réjouiront de la formation d’un bloc entre les États sur lesquels ils comptent pour mener une politique étrangère indépendante des diktats de Washington.

Reunión de los ministros de Defensa de la Organización de Cooperación de Shanghai en Delhi

Un evento bastante importante hoy en día en la política global es poco probable que reciba cobertura en The New York Times, The Financial Times, la BBC o Euronews. Me refiero a la reunión en Delhi de los ministros de defensa de la Organización de Cooperación de Shanghai.

La OCS es uno de los dos organismos principales que reúnen a las naciones que hoy desafían el orden mundial dominado por Estados Unidos. El otro organismo de este tipo es BRICS.

Mientras que BRICS es principalmente una fraternidad económica con enfoque en las relaciones comerciales entre sus miembros, lo que significa una plataforma de Soft Power, la OCS es principalmente una fraternidad de Hard Power que se centra en la seguridad de sus estados miembros. También es más limitado geográficamente, concentrado en Eurasia. Sus miembros fundadores fueron China, Rusia, Kazajstán, Kirguistán y Tayikistán. Hoy también incluye Uzbekistán, India y Pakistán. Entre los estados a los que se les otorgó el estatus de “observador” se encuentran Afganistán, Mongolia e Irán. Y en sus bordes como “socios de diálogo” están Armenia, Azerbaiyán, Camboya, Egipto, Nepal, Qatar, Arabia Saudita, Sri Lanka y Turquía.

Hubo un par de eventos sobresalientes y de interés periodístico en la reunión de hoy de la OCS en India. Uno fue el discurso pronunciado por el ministro de Defensa ruso, Sergei Shoigu. Varios minutos de este discurso fueron transmitidos por los canales de noticias rusos y lo que escuchamos fue a Shoigu declarando que, desde el comienzo de la Operación Militar Especial en Ucrania, el Occidente Colectivo estaba lanzando todos sus activos militares contra Rusia.

El otro evento digno de mención fue la reunión paralela de Shoigu y su homólogo chino Li Shangfu. Fueron mostrados en la televisión caminando a esa reunión uno al lado del otro. Las noticias rusas nos dicen que Li aprovechó esa reunión para extender una invitación a Shoigu para visitarlo en Beijing, y que Shoigu aceptó.

El impacto en los otros estados miembros de la OCS, observadores y socios de diálogo de estas relaciones estrechas y de rápido desarrollo entre los ministerios de defensa ruso y chino no puede ser sobredimensionado. Hoy todos fueron testigos directos de este hecho. Entre otras cosas, esto significa el fin de las oportunidades para que los estados de Asia Central enfrenten a Rusia contra China en la obtención de favores, como los medios occidentales creían que estaban haciendo. Vicia completamente todos los esfuerzos de los últimos meses del secretario de Estado estadounidense Blinken para presionar a estos mismos países de Asia Central para que debiliten o rompan los lazos con Moscú. Estos estados ahora están atrapados entre la espada y la pared.

El drama de la entente ruso-china también influirá en la conducta futura de India y Pakistán. Aquí, también, las opciones para entrarle al juego o sentarse en la cerca están desapareciendo rápidamente. Por su parte, Irán y Arabia Saudita seguramente estarán entre los países que se sentirán más cómodos en la formación de bloques entre los estados en los que confían para seguir una política exterior independiente del dictado de Washington.

Treffen der Verteidigungsminister der Shanghai Organisation für Zusammenarbeit in Delhi

Es ist unwahrscheinlich, dass The New York Times, The Financial Times, die BBC oder Euronews über ein ganz wichtiges Ereignis in der Weltpolitik berichten werden. Ich denke dabei an das Treffen der Verteidigungsminister der Shanghai Organisation für Zusammenarbeit in Delhi.

Die SCO (Shanghai Cooperation Organization) ist eines der beiden wichtigsten Gremien, in denen die Nationen zusammenkommen, die heute die von den USA dominierte Weltordnung herausfordern. Das andere Gremium sind die BRICS.

Während die BRICS in erster Linie eine wirtschaftliche Bruderschaft ist, die sich auf die Handelsbeziehungen zwischen ihren Mitgliedern konzentriert, d.h. eine Plattform für Soft Power, ist die SCO in erster Linie eine Bruderschaft für Hard Power, die sich auf die Sicherheit ihrer Mitgliedsstaaten konzentriert. Sie ist auch geografisch stärker begrenzt und konzentriert sich auf Eurasien. Ihre Gründungsmitglieder waren China, Russland, Kasachstan, Kirgisistan und Tadschikistan. Heute gehören ihr auch Usbekistan, Indien und Pakistan an. Zu den Staaten mit Beobachterstatus gehören Afghanistan, die Mongolei und der Iran. Als “Dialogpartner” sind Armenien, Aserbaidschan, Kambodscha, Ägypten, Nepal, Katar, Saudi-Arabien, Sri Lanka und die Türkei dabei.

Auf dem heutigen SCO-Treffen in Indien gab es einige herausragende und berichtenswerte Entwicklungen. Eine davon war die Rede des russischen Verteidigungsministers Sergej Schoigu. Einige Minuten dieser Rede wurden von den russischen Nachrichtensendern übertragen, und wir hörten, wie Schoigu erklärte, dass der kollektive Westen seit Beginn der militärischen Sonderoperation in der Ukraine alle seine militärischen Mittel gegen Russland einsetzt.

Die andere bemerkenswerte Entwicklung war das Treffen zwischen Shoigu und seinem chinesischen Amtskollegen Li Shangfu. Sie wurden im Fernsehen gezeigt, wie sie Seite an Seite zu diesem Treffen gingen. Russischen Nachrichten zufolge nutzte Li das Treffen, um Shoigu eine Einladung zu einem Besuch in Peking auszusprechen, die Shoigu annahm.

Die Auswirkungen dieser engen und sich rasch entwickelnden Beziehungen zwischen dem russischen und dem chinesischen Verteidigungsministerium auf die anderen SCO-Mitgliedstaaten, Beobachter und Dialogpartner können gar nicht hoch genug eingeschätzt werden. Heute waren sie alle direkte Zeugen dieser Tatsache. Dies bedeutet unter anderem, dass die zentralasiatischen Staaten nicht mehr die Möglichkeit haben, Russland gegen China auszuspielen, um Gefälligkeiten zu erlangen, wie es die westlichen Medien glaubten. Damit sind alle Bemühungen von US-Außenminister Blinken in den letzten Monaten, Druck auf eben diese zentralasiatischen Länder auszuüben, damit sie ihre Beziehungen zu Moskau lockern oder abbrechen, zunichte gemacht. Diese Staaten befinden sich nun alle in einer Zwickmühle.

Das Drama der russisch-chinesischen Entente wird sich auch auf das künftige Verhalten Indiens und Pakistans auswirken. Auch hier schwinden die Optionen für Spielchen oder „auf dem Zaun Sitzen“ schnell. Der Iran und Saudi-Arabien ihrerseits werden sicherlich zu den Ländern gehören, die es sehr begrüßen, dass sich ein Block zwischen den Staaten bildet, auf die sie sich verlassen, um eine von Washington unabhängige Außenpolitik zu betreiben.

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Meeting of Iran, Syria and Turkey ministers of defense and intelligence in Moscow

Last night’s News Review on Press TV (Iran) focused on the meeting in Moscow earlier in the day by defense and intelligence ministers of Syria, Turkey and Iran to address common security concerns. The Russian hosts were led by Minister of Defense Sergei Shoigu.

This important event favoring normalization of interstate relations and resolution of the Syrian crisis received very little attention in the wider world. One reason is that the United States has no interest in the survival of the Assad government or in the end of strife in the Middle East region, which it uses to prolong its military interventions in country after country. For their part, the Russians gave almost no news coverage to the meeting since all their attention was directed at the speech being delivered in New York at the United Nations Security Council by their Foreign Minister Sergei Lavrov and to his meetings with UN Secretary General Antonio Guterres with respect to the future of the agreement for export of Ukrainian grain.

 But in the Middle East, the meeting of these high officials is a natural progression in settlement of regional conflicts that began more than a month ago with the normalization of relations between Iran and Saudi Arabia through “honest broker” assistance by Chinese foreign affairs officials. The timing, within weeks of the coming national elections in Turkey suggests the consolidation of a new and constructive policy in Ankara to be implemented by whoever wins the presidency. 

All of the parties invited to the talks in Moscow have in common the issue of Kurdish populations living on their territory, and their reaching agreement on security provisions with respect to the Kurds will open the way for withdrawal of Turkish troop from Syria, for a rapprochement between the Kurds and the Assad government, and for expulsion of the American forces from the important oil-producing region of Syria which has been justified by their supposed defense of the Syrian Kurds.

To access the Press TV “News Review,” click on the link below

 Defense ministers and intelligence chiefs of Russia, Iran, Turkey, and Syria hold a meeting in Moscow | Urmedium

Translations below into French (Youri), German (Andreas Mylaeus), Spanish (Hugo Guido) and Brazilian Portuguese (Evandro Menezes)

Réunion des ministres de la défense et du renseignement de l’Iran, de la Syrie et de la Turquie à Moscou

La revue de la presse d’hier soir sur Press TV (Iran) s’est concentrée sur la réunion à Moscou, plus tôt dans la journée, des ministres de la Défense et du Renseignement de la Syrie, de la Turquie et de l’Iran, afin d’aborder les questions de sécurité communes. Les hôtes russes étaient dirigés par le ministre de la défense Sergei Shoigu.

Cet événement important en faveur de la normalisation des relations interétatiques et de la résolution de la crise syrienne n’a reçu que très peu d’attention dans le reste du monde. L’une des raisons est que les États-Unis n’ont aucun intérêt à la survie du gouvernement Assad ou à la fin des conflits dans la région du Moyen-Orient, qu’ils utilisent pour prolonger leurs interventions militaires dans les différents pays. Pour leur part, les Russes n’ont pratiquement pas couvert la réunion, toute leur attention étant tournée vers le discours prononcé à New York devant le Conseil de sécurité des Nations unies par leur ministre des Affaires étrangères, Sergei Lavrov, et vers ses réunions avec le secrétaire général des Nations unies, Antonio Guterres, au sujet de l’avenir de l’accord sur l’exportation des céréales ukrainiennes.

Mais au Moyen-Orient, la rencontre de ces hauts fonctionnaires est une progression naturelle dans le règlement des conflits régionaux qui a commencé il y a plus d’un mois avec la normalisation des relations entre l’Iran et l’Arabie Saoudite grâce à l’assistance d’un « médiateur honnête » fournie par les responsables chinois des Affaires étrangères. Le timing, à quelques semaines des prochaines élections nationales en Turquie, suggère la consolidation d’une politique nouvelle et constructive à Ankara, qui sera mise en œuvre par le vainqueur de la présidence, quel qu’il soit.

Toutes les parties invitées aux négociations à Moscou ont en commun la question des populations kurdes vivant sur leur territoire, et le fait qu’elles parviennent à un accord sur les dispositions relatives à la sécurité des Kurdes ouvrira la voie au retrait des troupes turques de Syrie, à un rapprochement entre les Kurdes et le gouvernement Assad, et à l’expulsion des forces américaines de l’importante région pétrolière de Syrie, qui a été justifiée par leur prétendue défense des Kurdes syriens.

Pour accéder à la « Revue de la presse » de Press TV, cliquez sur le lien ci-dessous :  

 Defense ministers and intelligence chiefs of Russia, Iran, Turkey, and Syria hold a meeting in Moscow | Urmedium

Treffen der Verteidigungs- und Geheimdienstminister des Iran, Syriens und der Türkei in Moskau

Im Mittelpunkt der gestrigen Nachrichtensendung von Press TV (Iran) stand das Treffen der Verteidigungs- und Geheimdienstminister Syriens, der Türkei und des Irans in Moskau, bei dem es um gemeinsame Sicherheitsfragen ging. Die russischen Gastgeber wurden von Verteidigungsminister Sergej Schoigu angeführt.

Dieses wichtige Ereignis, bei dem es um die Normalisierung der zwischenstaatlichen Beziehungen und die Lösung der Syrien-Krise ging, fand in der Weltöffentlichkeit nur wenig Beachtung. Ein Grund dafür ist, dass die Vereinigten Staaten kein Interesse am Überleben der Assad-Regierung oder an der Beendigung der Unruhen in der Nahostregion haben, die sie dazu nutzen, ihre militärischen Interventionen in einem Land nach dem anderen zu verlängern. Die Russen ihrerseits berichteten fast gar nicht über das Treffen, da ihre ganze Aufmerksamkeit der Rede ihres Außenministers Sergej Lawrow vor dem Sicherheitsrat der Vereinten Nationen in New York und seinen Gesprächen mit UN-Generalsekretär Antonio Guterres über die Zukunft des Abkommens über den Export ukrainischen Getreides galt.

Aber im Nahen Osten ist das Treffen dieser hohen Beamten ein natürlicher Fortschritt bei der Beilegung regionaler Konflikte, die vor mehr als einem Monat mit der Normalisierung der Beziehungen zwischen Iran und Saudi-Arabien durch die Unterstützung eines “ehrlichen Maklers” durch chinesische Beamte des Außenministeriums begann. Der Zeitpunkt, wenige Wochen vor den kommenden Wahlen in der Türkei, deutet auf die Konsolidierung einer neuen und konstruktiven Politik in Ankara hin, die von demjenigen umgesetzt werden soll, der die Präsidentschaft gewinnt.

Alle zu den Gesprächen in Moskau eingeladenen Parteien haben das Problem der auf ihrem Territorium lebenden kurdischen Bevölkerung gemeinsam. Eine Einigung über die Sicherheitsbestimmungen in Bezug auf die Kurden wird den Weg für den Abzug der türkischen Truppen aus Syrien, für eine Annäherung zwischen den Kurden und der Assad-Regierung und für die Vertreibung der amerikanischen Streitkräfte aus der wichtigen Ölförderregion Syriens ebnen, die mit dem angeblichen Schutz der syrischen Kurden begründet wurde.

Um die Press TV “News Review” zu sehen, klicken Sie auf den untenstehenden Link

Reunión de los ministros de Defensa e Inteligencia de Irán, Siria y Turquía en Moscú

La Reseña de Noticias de anoche en Press TV (Irán) se centró en la reunión en Moscú más temprano durante el día, de los ministros de defensa e inteligencia de Siria, Turquía e Irán para abordar las preocupaciones de seguridad comunes. Los anfitriones rusos fueron dirigidos por el ministro de Defensa Sergei Shoigu.

Este importante evento que favorece la normalización de las relaciones interestatales y la resolución de la crisis siria recibió muy poca atención en el resto del mundo. Una razón es que Estados Unidos no tiene interés en la supervivencia del gobierno de Assad o en el fin de la lucha en la región del Medio Oriente, que utiliza para prolongar sus intervenciones militares en un país tras otro. Por su parte, los rusos casi no dieron cobertura informativa a la reunión, ya que toda su atención se dirigió al discurso pronunciado en Nueva York en el Consejo de Seguridad de las Naciones Unidas por su ministro de Relaciones Exteriores, Sergei Lavrov, y a sus reuniones con el secretario general de la ONU, Antonio Guterres, con respecto al futuro del acuerdo para la exportación de grano ucraniano.

Pero en el Medio Oriente, la reunión de estos altos funcionarios es una progresión natural en la solución de conflictos regionales que comenzó hace más de un mes con la normalización de las relaciones entre Irán y Arabia Saudita a través de la asistencia de “intermediario honesto” por parte de funcionarios de asuntos exteriores chinos. El calendario, pocas semanas después de las próximas elecciones nacionales en Turquía, sugiere la consolidación de una política nueva y constructiva en Ankara que será implementada por quienquiera que gane la presidencia.

Todas las partes invitadas a las conversaciones en Moscú tienen en común la cuestión de las poblaciones kurdas que viven en su territorio, y su acuerdo sobre las disposiciones de seguridad con respecto a los kurdos abrirá el camino para la retirada de las tropas turcas de Siria, para un acercamiento entre los kurdos y el gobierno de Assad, y para la expulsión de las fuerzas estadounidenses de la importante región productora de petróleo de Siria, que ha sido justificada por su supuesta defensa de los kurdos sirios.

Para acceder a la “Reseña de noticias” de Press TV, haga clic en el siguiente enlace

Ministros de Defensa y jefes de inteligencia de Rusia, Irán, Turquía y Siria celebran una reunión en Moscú | Urmedium

Reunião em Moscou dos ministros da defesa e da inteligência do Irã, Síria e Turquia

O News Review de ontem à noite na Press TV (Irã) focou na reunião em Moscou no início do dia dos ministros da defesa e inteligência da Síria, Turquia e Irã, para abordar questões comuns de segurança. Os anfitriões russos foram liderados pelo Ministro da Defesa, Sergei Shoigu.

Este importante evento, que favoreceu a normalização das relações entre estados e a resolução da crise síria, recebeu muito pouca atenção no resto do mundo. Uma razão é que os Estados Unidos não têm interesse na sobrevivência do governo Assad ou no fim dos conflitos na região do Oriente Médio, usados para prolongar suas intervenções militares país após país. Por sua vez, os russos quase não deram cobertura jornalística ao encontro, pois todas as suas atenções estavam voltadas para o discurso proferido em Nova York no Conselho de Segurança das Nações Unidas por seu Chanceler, Sergei Lavrov, e para seus encontros com o secretário-geral da ONU, Antonio Gutteres, no que diz respeito ao futuro do acordo para exportação de grãos ucranianos.

Mas no Oriente Médio, o encontro destes altos funcionários é uma progressão natural na solução de conflitos regionais, que começou há mais de um mês, com a normalização das relações entre o Irã e a Arábia Saudita, por meio da assistência como “intermediário isento” das autoridades chinesas de relações exteriores. O calendário, a poucas semanas das próximas eleições nacionais na Turquia, sugere a consolidação de uma política nova e construtiva em Ancara a ser implementada por quem quer que ganhe a presidência.

Todas as partes convidadas para as negociações em Moscou têm em comum a questão das populações curdas que vivem em seus territórios. O acordo sobre as disposições de segurança em relação aos curdos abrirá caminho para a retirada das tropas turcas da Síria, para uma reaproximação entre os curdos e o governo de Assad e para a expulsão das forças estadunidenses da importante região petrolífera da Síria, justificada por sua suposta defesa dos curdos sírios.

Do embassies serve any purpose?

What does the tit for tat expulsion of diplomats from the respective embassies in Berlin and Moscow mean?

In yesterday’s News Review on Press TV (Iran),  I and my fellow panelist John Steppling in Norway were given an opportunity to explain the forces behind the German decision to expel more than 30 Russians as well as Russia’s mirror response in sending German diplomats home as persona non grata.

For my part, I tried to highlight what the loss of about 40% of staff means for the functioning of an embassy and for those dependent on its consular services. This is because the embassies perform an invaluable service to their nationals living in the host country.

There may be well more than a million Russian passport holders who are long time residents in Germany and require assistance of the consulate to renew passports, to register the birth of children, to validate powers of attorney for settlement of property issues in Russia, and so forth.  I am speaking now of what I have seen at the Russian consulate in Brussels: most of those who were being served were RF citizens, not foreigners seeking visas. Ironically, given the Russophobe thinking in Germany behind the sharp cut-back of embassy personnel, the RF citizens  were highly diverse in ethnic terms, meaning that many obviously came from the Caucasus regions and other minority peoples.

Can we foresee the closure of the respective embassies in the not too distant future?  That is really a possibility because it corresponds to the misstatement by Foreign Minister Annalena Baerbock about a month ago that Russia and Germany are “at war.”

Does the mass expulsion of diplomats bring us closer to real war?  Listen in…

http://www.urmedium.com/c/presstv/123264

Translations below into German (Andreas Mylaeus), French (Youri) and Spanish (Hugo Guido)

Dienen Botschaften überhaupt einem Zweck?

Was bedeutet die gegenseitige Ausweisung von Diplomaten aus den Botschaften in Berlin und Moskau?

In der gestrigen Nachrichtensendung von Press TV (Iran) hatten ich und mein norwegischer Kollege John Steppling die Gelegenheit, die Hintergründe der deutschen Entscheidung, mehr als 30 Russen auszuweisen, sowie Russlands spiegelbildliche Antwort, deutsche Diplomaten als Persona non grata nach Hause zu schicken, zu erläutern.

Ich habe meinerseits versucht zu verdeutlichen, was der Verlust von etwa 40 % des Personals für das Funktionieren einer Botschaft und für diejenigen bedeutet, die auf ihre konsularischen Dienste angewiesen sind. Denn die Botschaften leisten einen unschätzbaren Dienst für ihre im Gastland lebenden Staatsangehörigen.

Es mag weit mehr als eine Million russische Passinhaber geben, die seit langem in Deutschland leben und die Unterstützung des Konsulats benötigen, um Pässe zu erneuern, die Geburt von Kindern zu registrieren, Vollmachten für die Regelung von Eigentumsfragen in Russland zu validieren und so weiter. Ich spreche jetzt von dem, was ich im russischen Konsulat in Brüssel gesehen habe: Die meisten, die dort bedient wurden, waren Bürger der Russischen Föderation und keine Ausländer, die ein Visum beantragten. Ironischerweise waren die Bürger der Russischen Föderation angesichts des russophoben Denkens in Deutschland, das hinter dem drastischen Abbau des Botschaftspersonals steht, ethnisch sehr gemischt, was bedeutet, dass viele von ihnen offensichtlich aus den Kaukasusregionen und anderen Minderheiten stammen.

Ist die Schließung der entsprechenden Botschaften in nicht allzu ferner Zukunft absehbar? Das ist durchaus möglich, denn es entspricht der Falschaussage von Außenministerin Annalena Baerbock vor etwa einem Monat, Russland und Deutschland befänden sich “im Krieg”.

Bringt uns die massenhafte Ausweisung von Diplomaten näher an einen echten Krieg? Hören Sie rein…

http://www.urmedium.com/c/presstv/123264

Les ambassades servent-elles à quelque chose ?

Que signifie l’expulsion « coup pour coup » de diplomates des ambassades respectives de Berlin et de Moscou ?

Dans la revue de presse d’hier sur Press TV (Iran), j’ai eu l’occasion, avec mon collègue norvégien John Steppling, d’expliquer les raisons de la décision allemande d’expulser plus de 30 Russes, ainsi que la réponse en miroir de la Russie, qui a renvoyé des diplomates allemands chez eux en tant que persona non grata.

Pour ma part, j’ai essayé de mettre en évidence ce que la perte de quelque 40 % du personnel signifie pour le fonctionnement d’une ambassade et pour les personnes qui dépendent de ses services consulaires. En effet, les ambassades rendent un service inestimable à leurs ressortissants vivant dans le pays d’accueil.

Il est possible que plus d’un million de détenteurs de passeports russes résident depuis longtemps en Allemagne et aient besoin de l’aide du consulat pour renouveler leur passeport, enregistrer la naissance de leurs enfants, valider des procurations pour régler des questions de propriété en Russie, etc. Je parle ici de ce que j’ai vu au consulat russe de Bruxelles : la plupart des personnes servies étaient des citoyens de la Fédération de Russie, et non des étrangers à la recherche de visas. Ironiquement, compte tenu de la pensée russophobe en Allemagne à l’origine de la forte réduction du personnel de l’ambassade, les citoyens de la Fédération de Russie étaient très divers en termes ethniques, ce qui signifie que nombre d’entre eux venaient manifestement des régions du Caucase et d’autres peuples minoritaires.

Pouvons-nous prévoir la fermeture des ambassades respectives dans un avenir assez proche ?  C’est vraiment une possibilité, car cela correspond à la déclaration inexacte de la ministre des affaires étrangères, Annalena Baerbock, il y a environ un mois, selon laquelle la Russie et l’Allemagne sont « en guerre ».

L’expulsion massive de diplomates nous rapproche-t-elle d’une véritable guerre ? Ecoutez…

http://www.urmedium.com/c/presstv/123264

¿Las embajadas sirven para algo?

¿Qué significa la expulsión de diplomáticos de las respectivas embajadas en Berlín y Moscú?

En el News Review de ayer en Press TV (Irán), mi compañero panelista John Steppling en Noruega y yo tuvimos la oportunidad de explicar las fuerzas detrás de la decisión alemana de expulsar a más de 30 rusos, así como la respuesta espejo de Rusia al enviar a los diplomáticos alemanes a casa como persona non grata.

Por mi parte, traté de resaltar lo que significa la pérdida de alrededor del 40% del personal para el funcionamiento de una embajada y para aquellos que dependen de sus servicios consulares. Esto se debe a que las embajadas realizan un servicio invaluable a sus ciudadanos que viven en el país anfitrión.

Puede haber más de un millón de titulares de pasaportes rusos que son residentes de larga data en Alemania y requieren asistencia del consulado para renovar pasaportes, registrar el nacimiento de niños, validar poderes notariales para resolver problemas de propiedad en Rusia, etc. Estoy hablando ahora de lo que he visto en el consulado ruso en Bruselas: la mayoría de los que estaban siendo atendidos eran ciudadanos de la FR, no extranjeros que buscaban visas. Irónicamente, dado el pensamiento rusófobo en Alemania detrás de la fuerte reducción del personal de la embajada, los ciudadanos de la FR eran muy diversos en términos étnicos, lo que significa que muchos obviamente provenían de las regiones del Cáucaso y otros pueblos minoritarios.

¿Podemos prever el cierre de las respectivas embajadas en un futuro no muy lejano? Esa es realmente una posibilidad porque corresponde a la declaración errónea de la ministra de Relaciones Exteriores Annalena Baerbock hace aproximadamente un mes respecto a que Rusia y Alemania están “en guerra”.

¿La expulsión masiva de diplomáticos nos acerca a una guerra real?  Escuchar en…

http://www.urmedium.com/c/presstv/123264

As embaixadas têm alguma função?

O que significa a expulsão de diplomatas das respectivas embaixadas em Berlim e Moscou?

Na News Review de ontem na Press TV (Irã), eu e meu colega de entrevista, John Steppling, na Noruega, tivemos a oportunidade de explicar as forças por trás da decisão alemã de expulsar mais de 30 diplomatas russos, bem como a resposta espelhada da Rússia ao enviar diplomatas alemães para casa como personæ non gratæ.

De minha parte, tentei destacar o que a perda de cerca de 40% da equipe significa para o funcionamento de uma embaixada e para aqueles dependentes de seus serviços consulares. Isto ocorre porque as embaixadas desempenham um serviço inestimável a seus cidadãos que vivem no país anfitrião.

Pode haver mais de um milhão de portadores de passaporte russo que são residentes há muito tempo na Alemanha e precisam de assistência do consulado para renovar passaportes, registrar o nascimento de crianças, validar procurações para se resolverem questões de propriedade na Rússia e assim por diante. Estou falando agora do que vi no consulado russo em Bruxelas: a maioria daqueles que estavam sendo atendidos eram cidadãos da Federação Russa, não estrangeiros que buscavam vistos. Ironicamente, dado o pensamento russofóbico na Alemanha por trás do corte acentuado do pessoal da embaixada, os cidadãos da Federação Russa eram altamente diversificados em termos étnicos, o que significa que muitos obviamente vieram das regiões do Cáucaso e de outros povos minoritários.

Podemos prever o fechamento das respectivas embaixadas em um futuro não muito distante? Isso é realmente uma possibilidade porque corresponde à declaração errônea da ministra das Relações Exteriores Annalena Baerbock, há cerca de um mês, de que a Rússia e a Alemanha estão “em guerra”.

A expulsão em massa de diplomatas nos aproxima da guerra real?

Notice to subscribers: upcoming special publication events

I write to you today from St Petersburg, Russia, where I will be spending the coming several weeks. While here, I plan to deliver a couple of my ‘feet on the ground” reports on daily life in Russia and  how it has or has not been affected by the ongoing war in and over Ukraine.

Judging by last night’s round of shopping at a nearby Economy Class supermarket in the suburban borough of Pushkin to get basic victuals, the change in consumer choice since my last visit 4 months ago is negligible, both in terms of availability of fresh fruits and vegetables, dairy and meat products and in terms of price.  However, there are many dimensions to quality of life and in the days ahead I intend to gather my impressions and those of friends and acquaintances before writing up some conclusions.

With some luck, in June I will be back here to attend the annual St Petersburg International Economic Forum which, with some more luck, will feature a state visit by Brazil’s President Lula.

And then in mid-July I will make a trip across Russia on the Trans-Siberian railway route from Moscow to Lake Baikal (Irkutsk). The glamorous train once advertised by luxury tour agents in the West is no longer running, since those tourists stopped coming here. But there are said to be excellent intercity trains on the route and I will plan on making stops at Kazan and Yekaterinburg to gather further impressions of life on the ground to share with readers.

Stay tuned!

Translations below into French (Youri), Spanish (Hugo Guido), Brazilian Portuguese (Evandro Menezes) and German (Andreas Mylaeus)

Avis aux abonnés : publications spéciales à venir

Je vous écris aujourd’hui de Saint-Pétersbourg, en Russie, où je passerai les prochaines semaines. Pendant mon séjour, j’ai l’intention de vous présenter plusieurs rapports « sur le terrain » concernant la vie quotidienne en Russie et sur la façon dont elle a été ou non affectée par la guerre en cours en Ukraine et autour de l’Ukraine.

À en juger par les courses que j’ai effectuées hier soir dans un supermarché de classe économique situé dans la banlieue de Pouchkine pour acheter des produits de base, le changement dans le choix des consommateurs depuis ma dernière visite il y a quatre mois est négligeable, tant en termes de disponibilité des fruits et légumes frais, des produits laitiers et de la viande qu’en termes de prix.  Cependant, la qualité de vie comporte de nombreuses composantes et, dans les jours à venir, j’ai l’intention de réunir mes impressions et celles de mes amis et connaissances avant de rédiger quelques conclusions.

Avec un peu de chance, je reviendrai en juin pour assister au Forum économique international annuel de Saint-Pétersbourg qui, avec un peu plus de chance, sera l’occasion d’une visite d’État du président brésilien Lula.

Ensuite, à la mi-juillet, je traverserai la Russie par le Transsibérien, de Moscou au lac Baïkal (Irkoutsk). Ce train prestigieux, dont les agences de voyage de luxe occidentales faisaient autrefois la publicité, ne circule plus depuis que les touristes ont cessé de venir ici. Mais on dit qu’il y a d’excellents trains interurbains sur cette ligne et je prévois de m’arrêter à Kazan et à Ekaterinbourg pour recueillir d’autres impressions de la vie sur le terrain à partager avec mes lecteurs.

Restez connectés !

Aviso a los suscriptores: próximos eventos especiales de publicación

Les escribo hoy desde San Petersburgo, Rusia, donde pasaré las próximas semanas. Mientras esté aquí, planeo entregar un par de informes “en terreno” sobre la vida cotidiana en Rusia y cómo se ha visto o no afectada por la guerra en curso en Ucrania.

A juzgar por la ronda de compras de anoche en un supermercado Economy Class cercano en el distrito suburbano de Pushkin para obtener víveres básicos, el cambio en la elección del consumidor desde mi última visita hace 4 meses es insignificante, tanto en términos de disponibilidad de frutas y verduras frescas, productos lácteos y cárnicos como en términos de precio. Sin embargo, hay muchas dimensiones en la calidad de vida y en los próximos días tengo la intención de recopilar mis impresiones y las de amigos y conocidos antes de escribir algunas conclusiones.

Con un poco de suerte, en junio volveré aquí para asistir al Foro Económico Internacional anual de San Petersburgo que, con un poco más de suerte, contará con la visita de Estado del presidente de Brasil, Lula.

Y luego, a mediados de julio, haré un viaje a través de Rusia en la ruta ferroviaria Transiberiana desde Moscú hasta el lago Baikal (Irkutsk). El glamoroso tren de lujo que alguna vez anunciaron los agentes turísticos en Occidente ya no funciona, debido a que los turistas dejaron de venir aquí. Pero se dice que hay excelentes trenes interurbanos en la ruta y planeo hacer paradas en Kazán y Ekaterimburgo para recopilar más impresiones de la vida en el terreno para compartir con los lectores.

¡Estén atentos!

Aviso aos assinantes: próximos eventos especiais

Hoje escrevo para vocês de São Petersburgo, Rússia, onde passarei as próximas semanas. Enquanto estiver aqui, pretendo entregar algumas de minhas reportagens de “pés no chão” sobre a vida cotidiana na Rússia e como ela foi ou não afetada pela guerra em curso na Ucrânia.

A se julgar pelas compras da noite passada em um supermercado próximo de Classe Econômica no bairro suburbano de Pushkin para obter alimentos básicos, a mudança na escolha do consumidor desde minha última visita há 4 meses é insignificante, tanto em termos de disponibilidade de frutas e vegetais frescos, produtos lácteos e carne e em termos de preço. No entanto, a qualidade de vida tem muitas dimensões e nos próximos dias pretendo recolher as impressões minhas e de amigos e conhecidos antes de tirar conclusões.

Com um pouco de sorte, em junho estarei de volta aqui para participar do Fórum Econômico Internacional anual de São Petersburgo que, com um pouco mais de sorte, contará com uma visita de estado do presidente do Brasil, Lula.

E então, em meados de julho, farei uma viagem pela Rússia na Ferrovia Transiberiana, de Moscou ao Lago Baikal (Irkutsk). O trem outrora glamoroso, anunciado por agentes de turismo de luxo no Ocidente, não está mais circulando, pois estes turistas pararam de vir para cá. Mas dizem que há excelentes trens intermunicipais na rota e pretendo fazer paradas em Kazan e Yekaterinburg para coletar mais impressões da vida local para compartilhar com os leitores.

Fiquem atentos!

Hinweis für Abonnenten: bevorstehende Sonderveröffentlichungen

Ich schreibe Ihnen heute aus St. Petersburg, Russland, wo ich die nächsten Wochen verbringen werde. Während ich hier bin, plane ich, Ihnen einige Berichte über das tägliche Leben in Russland zu liefern und darüber, wie es durch den anhaltenden Krieg in und um die Ukraine beeinflusst wurde.

Nach meinen gestrigen Einkäufen in einem nahe gelegenen Supermarkt der Economy Class im Vorort Puschkin zu urteilen, hat sich die Auswahl für die Verbraucher seit meinem letzten Besuch vor vier Monaten nur unwesentlich verändert, sowohl was die Verfügbarkeit von frischem Obst und Gemüse, Milch- und Fleischprodukten als auch was den Preis betrifft. Die Lebensqualität hat jedoch viele Dimensionen, und ich werde in den kommenden Tagen meine Eindrücke und die von Freunden und Bekannten sammeln, bevor ich einige Schlussfolgerungen schreibe.

Mit etwas Glück werde ich im Juni wieder hier sein, um am jährlichen Internationalen Wirtschaftsforum in St. Petersburg teilzunehmen, das mit etwas mehr Glück mit einem Staatsbesuch des brasilianischen Präsidenten Lula verbunden sein wird.

Und dann werde ich Mitte Juli mit der Transsibirischen Eisenbahn von Moskau bis zum Baikalsee (Irkutsk) quer durch Russland fahren. Der glamouröse Zug, der einst von westlichen Luxusreiseveranstaltern angepriesen wurde, verkehrt nicht mehr, seit diese Touristen nicht mehr kommen. Aber es soll hervorragende Intercity-Züge auf der Strecke geben, und ich plane, in Kasan und Jekaterinburg Halt zu machen, um weitere Eindrücke vom Leben vor Ort zu sammeln und mit den Lesern zu teilen.

Bleiben Sie auf dem Laufenden!

Are the Chinese nice?

Without mincing words, my answer to the question is that the Chinese are not nice. They are dignified, they are hard working and commercially minded.  They pay all due respect to professional competence and operate a system of governance that might fairly be described as a meritocracy.  But they are not nice in the sense of tolerant of the sins and transgressions of others. They are not Good Christians.

That is where the Chinese should not be confused with the Russian leadership, in which President Vladimir Putin has over the two plus decades at the helm always shown restraint and frequently turned the other cheek when he and his country were abused by the United States and its allies.

Putin’s Christian convictions and the behavior that follow from them have led his domestic critics among super patriots to harshly condemn the way the war in Ukraine or Special Military Operation, if you will, is being prosecuted. Russia has the capability to decapitate the Kiev regime at any time but has not done anything of the kind. Instead it has regularly permitted Western heads of government to visit with Zelensky at his headquarters as if the country were at peace. Russia has allowed the United States to repeatedly cross its declared red lines without punishment.  All that we hear is the Foreign Ministry’s spokesperson Maria Zakharova wail “can you imagine!” She is as closely bound to that lament as Theresa May was to “highly likely.”

Regrettably, judging by the U.S. activities with respect to Taiwan over the past couple of weeks, Washington does not seem to appreciate the difference between Russia and China in temperament of the leaders and national cultures. 

In his present declining state, Biden has no memory. But where is the memory of his younger circle of advisers and assistants?  Why are Blinken and Sullivan and Austin ignoring the lessons of the Cuban Missile Crisis as they prepare to supply Taiwan with weapons that are as provocative and threatening to China as Khrushchev’s delivery of nuclear tipped missiles was to Cuba in 1962?  Where is their memory of the antecedents of the Japanese attack on Pearl Harbor when Senator Lindsey Graham is allowed to publicly call for disruption of the sea lanes bringing oil to China from the Middle East?  I have not heard or seen any criticism of this proposal from the White House.

The Chinese are not big talkers, but they are decisive actors. I have no doubt that if they believe the United States has crossed their red lines regarding aid to Taiwan and interference in the island’s domestic politics to favor independence, then the Chinese will strike. They surely have done their calculations. If they sink America’s aircraft carrier task force in the South China Sea or sink the entire U.S. Pacific fleet as Japan once did under similar circumstances, will the USA launch nuclear missiles and put its own national survival at risk?  The answer is a flat no.

For the above acts of reckless endangerment of the Continental U.S., in addition to the violations of perjury before Congress in testimony over the preparedness of Ukraine for a counter-offensive against Russia that contradicts the Pentagon and CIA documents leaked over social media a couple of weeks ago, Biden and many of his team deserve impeachment. Now, before the Chinese show just how un-nice they can be.

©Gilbert Doctorow, 2023

Translations into French (Youri), German (Andreas Mylaeus)), Spanish (Hugo Guido) and Brazilian Portuguese (Evandro Menezes)

Les Chinois sont-ils gentils ?

Sans mâcher mes mots, je répondrai que les Chinois ne sont pas gentils. Ils sont dignes, travaillent dur et ont l’esprit commercial. Ils accordent tout le respect dû à la compétence professionnelle et appliquent un système de gouvernance que l’on pourrait à juste titre qualifier de méritocratie. Mais ils ne sont pas sympathiques dans le sens où ils sont tolérants à l’égard des péchés et des transgressions des autres. Ce ne sont pas de Bons Chrétiens.

C’est là qu’il ne faut pas confondre les Chinois avec les dirigeants russes, dont le président Vladimir Poutine a toujours fait preuve de retenue et a souvent tendu l’autre joue lorsque lui-même et son pays étaient malmenés par les États-Unis et leurs alliés.

Les convictions chrétiennes de Poutine et le comportement qui en découle ont conduit ses détracteurs internes parmi les super patriotes à condamner sévèrement la manière dont la guerre en Ukraine ou l’opération militaire spéciale, si vous préférez, est menée. La Russie a la capacité de décapiter le régime de Kiev à tout moment, mais elle n’a rien fait de tel. Au lieu de cela, elle a régulièrement autorisé les chefs de gouvernement occidentaux à rendre visite à Zelensky dans son quartier général, comme si le pays était en paix. La Russie a permis aux États-Unis de franchir à plusieurs reprises ses lignes rouges annoncées sans être sanctionnés. Tout ce que nous entendons, c’est la porte-parole du ministère des affaires étrangères, Maria Zakharova, qui se lamente : « Pouvez-vous imaginer ? » Elle est aussi étroitement liée à cette plainte que Theresa May l’était à « très probablement ».

Malheureusement, à en juger par les activités des États-Unis à l’égard de Taïwan au cours des deux dernières semaines, Washington ne semble pas mesurer la différence qui existe entre la Russie et la Chine en ce qui concerne le tempérament des dirigeants et les cultures nationales.

Dans son état actuel de déclin, Biden n’a pas de mémoire. Mais où est la mémoire de son jeune cercle de conseillers et d’assistants ? Pourquoi Blinken, Sullivan et Austin ignorent-ils les leçons de la crise des missiles de Cuba alors qu’ils se préparent à fournir à Taïwan des armes aussi provocantes et menaçantes pour la Chine que la livraison par Khrouchtchev de missiles à tête nucléaire à Cuba en 1962 ? Où est leur mémoire des antécédents de l’attaque japonaise sur Pearl Harbor lorsque le sénateur Lindsey Graham est autorisé à appeler publiquement à la perturbation des voies maritimes acheminant le pétrole du Moyen-Orient vers la Chine ? Je n’ai pas entendu ou vu la moindre critique de cette proposition de la part de la Maison Blanche.

Les Chinois ne sont pas de grands bavards, mais ce sont des acteurs décisifs. Je ne doute pas que s’ils estiment que les États-Unis ont franchi leurs lignes rouges concernant l’aide à Taïwan et l’ingérence dans la politique intérieure de l’île pour favoriser l’indépendance, les Chinois frapperont. Ils ont certainement fait leurs calculs. S’ils coulent la force opérationnelle du porte-avions américain en mer de Chine méridionale ou s’ils coulent l’ensemble de la flotte américaine du Pacifique, comme l’a fait le Japon dans des circonstances similaires, les États-Unis lanceront-ils des missiles nucléaires et mettront-ils en péril leur propre survie nationale ? La réponse est un non catégorique.

Pour ces actes inconsidérés de mise en danger du continent américain, en plus des violations de serment devant le Congrès lors du témoignage sur la préparation de l’Ukraine à une contre-offensive contre la Russie, qui contredit les documents du Pentagone et de la CIA divulgués sur les médias sociaux il y a quelques semaines, Biden et une grande partie de son équipe méritent d’être destitués. Maintenant, avant que les Chinois ne montrent à quel point ils peuvent être désagréables.

Sind die Chinesen nett?

Ohne ein Blatt vor den Mund zu nehmen, lautet meine Antwort auf diese Frage, dass die Chinesen nicht nett sind. Sie sind würdevoll, sie arbeiten hart und sind kaufmännisch orientiert. Sie zollen der beruflichen Kompetenz den gebührenden Respekt und betreiben ein Regierungssystem, das man mit Fug und Recht als Leistungsgesellschaft bezeichnen könnte. Aber sie sind nicht nett im Sinne von tolerant gegenüber den Sünden und Übertretungen der anderen. Sie sind keine guten Christen.

In diesem Punkt sollten die Chinesen nicht mit der russischen Führung verwechselt werden, in der Präsident Wladimir Putin in den mehr als zwei Jahrzehnten an der Spitze immer Zurückhaltung gezeigt und häufig die andere Wange hingehalten hat, wenn er und sein Land von den Vereinigten Staaten und ihren Verbündeten misshandelt wurden.

Putins christliche Überzeugungen und das daraus resultierende Verhalten haben seine Kritiker unter den Superpatrioten dazu veranlasst, die Art und Weise, wie der Krieg in der Ukraine oder die militärische Sonderoperation, wenn man so will, geführt wird, scharf zu verurteilen. Russland ist in der Lage, das Kiewer Regime jederzeit zu enthaupten, hat aber nichts dergleichen getan. Stattdessen hat es westlichen Regierungschefs regelmäßig erlaubt, Zelensky in seinem Hauptquartier zu besuchen, als ob in dem Land Frieden herrschen würde. Russland hat zugelassen, dass die Vereinigten Staaten wiederholt ihre erklärten roten Linien überschritten haben, ohne bestraft zu werden. Alles, was wir hören, ist das Wehklagen der Sprecherin des Außenministeriums, Maria Zakharova, “können Sie sich das vorstellen?” Sie ist mit diesem Lamento so eng verbunden wie Theresa May mit “höchstwahrscheinlich”.

Bedauerlicherweise scheint Washington, wenn man die Aktivitäten der USA in Bezug auf Taiwan in den letzten Wochen betrachtet, den Unterschied zwischen Russland und China in Bezug auf das Temperament der Führer und die nationalen Kulturen nicht zu erkennen.

In seinem derzeitigen Zustand hat Biden kein Gedächtnis mehr. Aber wo ist das Gedächtnis seines jüngeren Berater- und Assistentenkreises? Warum ignorieren Blinken und Sullivan und Austin die Lehren aus der Kubakrise, während sie sich darauf vorbereiten, Taiwan mit Waffen zu beliefern, die für China ebenso provokativ und bedrohlich sind wie Chruschtschows Lieferung von atomar bestückten Raketen an Kuba im Jahr 1962? Wo ist ihre Erinnerung an die Vorgeschichte des japanischen Angriffs auf Pearl Harbor, wenn Senator Lindsey Graham öffentlich dazu aufrufen darf, die Seewege zu unterbrechen, die Öl aus dem Nahen Osten nach China bringen? Ich habe keine Kritik an diesem Vorschlag aus dem Weißen Haus gehört oder gesehen.

Die Chinesen reden nicht viel, aber sie sind entschlossene Akteure. Ich habe keinen Zweifel daran, dass die Chinesen zuschlagen werden, wenn sie der Meinung sind, dass die Vereinigten Staaten ihre roten Linien bei der Hilfe für Taiwan und der Einmischung in die Innenpolitik der Insel zugunsten der Unabhängigkeit überschritten haben. Sie haben sicherlich ihre Berechnungen angestellt. Wenn sie Amerikas Flugzeugträger-Taskforce im Südchinesischen Meer versenken oder die gesamte US-Pazifikflotte versenken, wie es Japan einst unter ähnlichen Umständen tat, werden die USA dann Atomraketen starten und ihr eigenes nationales Überleben aufs Spiel setzen? Die Antwort ist ein klares Nein.

Für die oben genannten Handlungen der rücksichtslosen Gefährdung des US-amerikanischen Kontinents, sowie wegen den Meineiden vor dem Kongress bei den Aussagen über die Vorbereitung der Ukraine auf eine Gegenoffensive gegen Russland, die im Widerspruch zu den vor ein paar Wochen über die sozialen Medien durchgesickerten Dokumenten des Pentagons und der CIA steht, verdienen Biden und viele seiner Mitarbeiter ein Amtsenthebungsverfahren. Jetzt, bevor die Chinesen zeigen, wie wenig nett sie sein können.

¿Son agradables los chinos?

Sin pelos en la lengua, mi respuesta a la pregunta es que los chinos no son agradables. Son dignos, son trabajadores y tienen una mentalidad comercial. Respetan debidamente la competencia profesional y operan un sistema de gobierno que podría describirse justamente como una meritocracia. Pero no son agradables en el sentido de tolerantes con los pecados y transgresiones de los demás. No son buenos cristianos.

Ahí es donde los chinos no deben confundirse con el liderazgo ruso, en el que el presidente Vladimir Putin durante las más de dos décadas al mando siempre ha mostrado moderación y con frecuencia puso la otra mejilla cuando él y su país fueron abusados por Estados Unidos y sus aliados.

Las convicciones cristianas de Putin y el comportamiento que se deriva de ellas han llevado a sus críticos internos entre los súper patriotas a condenar duramente la forma en que se está procesando la guerra en Ucrania o la Operación Militar Especial, si se quiere. Rusia tiene la capacidad de decapitar al régimen de Kiev en cualquier momento, pero no ha hecho nada por el estilo. En cambio, ha permitido regularmente a los jefes de gobierno occidentales visitar a Zelensky en su sede como si el país estuviera en paz. Rusia ha permitido que Estados Unidos cruce repetidamente sus declaradas líneas rojas sin castigo. Todo lo que escuchamos es a la portavoz del Ministerio de Relaciones Exteriores, Maria Zakharova, gritando “¡te imaginas!” Ella está tan estrechamente ligada a ese lamento como Theresa May lo estaba a “altamente probable”.

Lamentablemente, a juzgar por las actividades de Estados Unidos con respecto a Taiwán en las últimas semanas, Washington no parece apreciar la diferencia entre Rusia y China respecto al temperamento de los líderes y las culturas nacionales.

En su actual estado en declive, Biden no tiene memoria. Pero, ¿dónde está la memoria de su círculo más joven de asesores y asistentes? ¿Por qué Blinken, Sullivan y Austin ignoran las lecciones de la crisis de los misiles cubanos mientras se preparan para suministrar a Taiwán armas que son tan provocativas y amenazantes para China como lo fue la entrega de misiles nucleares de Jruschov a Cuba en 1962? ¿Dónde está su memoria de los antecedentes del ataque japonés a Pearl Harbor cuando al senador Lindsey Graham se le permite pedir públicamente la interrupción de las rutas marítimas que traen petróleo a China desde el Medio Oriente?  No he escuchado ni visto ninguna crítica por parte de la Casa Blanca a esta propuesta.

Los chinos no son grandes conversadores, pero son actores decisivos. No tengo ninguna duda de que, si creen que Estados Unidos ha cruzado sus líneas rojas con respecto a la ayuda a Taiwán y la interferencia en la política interna de la isla para favorecer la independencia, entonces los chinos atacarán. Seguramente han hecho sus cálculos. Si hunden a las fuerzas especiales de portaaviones de Estados Unidos en el Mar del Sur de China o hunden toda la flota estadounidense del Pacífico como lo hizo Japón en circunstancias similares, ¿lanzarán los Estados Unidos misiles nucleares y pondrán en riesgo su propia supervivencia nacional?  La respuesta es un rotundo no.

Por los actos de imprudencia temeraria de los Estados Unidos continentales anteriormente descritos, además de las violaciones de perjurio ante el Congreso en el testimonio sobre la preparación de Ucrania para una contraofensiva contra Rusia, que contradice los documentos del Pentágono y la CIA filtrados en las redes sociales hace un par de semanas, Biden y muchos de su equipo merecen un juicio político. Ahora, antes de que los chinos muestren lo poco agradables que pueden ser.

Os chineses são bonzinhos?

Sem rodeios, minha resposta à pergunta é que os chineses não são bonzinhos. Eles são dignos, trabalham duro e têm uma mentalidade mercantil. Eles respeitam a competência profissional e operam um sistema de governança que pode ser justamente descrito como uma meritocracia. Mas eles não são bonzinhos no sentido de tolerantes com os pecados e transgressões dos outros. Eles não são “bons cristãos“.

É aí que os chineses não devem ser confundidos com a liderança russa, na qual o presidente Vladimir Putin, ao longo de mais de duas décadas no comando, sempre demonstrou controle e frequentemente deu a outra face quando ele e seu país foram insultados pelos Estados Unidos e seus aliados.

As convicções cristãs de Putin e o comportamento que as acompanha levaram seus críticos locais, entre os super patriotas, a condenar duramente a forma como a guerra na Ucrânia, ou a Operação Militar Especial, se se preferir, está sendo conduzida. A Rússia tem a capacidade de decapitar o regime de Kiev a qualquer momento, mas não fez nada disto. Pelo contrário, tem permitido regularmente que chefes de governo ocidentais visitassem Zelensky em seu quartel-general, como se o país estivesse em paz. A Rússia permitiu que os Estados Unidos cruzassem repetidamente suas declaradas linhas vermelhas sem punição. Tudo o que ouvimos é o lamento da porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, “se pode imaginar!” Ela está tão intimamente ligada a este lamento quanto Theresa May estava a “muito provavelmente”.

Lamentavelmente, a se julgar pelas atividades dos EUA em relação a Taiwan nas últimas semanas, Washington não parece entender as diferenças de temperamento e de culturas entre os líderes da Rússia e da China.

Em seu atual estado de declínio, Biden não tem mais memória. Mas onde está a memória de seu círculo mais jovem de conselheiros e assistentes? Por que Blinken, Sullivan e Austin estão ignorando as lições da Crise dos Mísseis de Cuba enquanto se preparam para fornecer a Taiwan armas que são tão provocativas e ameaçadoras para a China quanto a entrega de mísseis nucleares de Khrushchev para a Cuba foi [para os EUA] em 1962? Onde está a memória deles dos antecedentes do ataque japonês a Pearl Harbor, quando o senador Lindsey Graham teve permissão para pedir publicamente a interrupção das rotas marítimas que trazem petróleo do Oriente Médio para a China? Não ouvi nem vi nenhuma crítica da Casa Branca a esta proposta.

Os chineses não falam muito, mas são agentes decisivos. Não tenho dúvidas de que, se eles acreditarem que os Estados Unidos cruzaram suas linhas na areia, em relação à ajuda a Taiwan e à interferência na política interna da ilha para favorecer a independência, os chineses atacarão. Eles certamente fizeram suas contas. Se eles afundarem a força-tarefa de porta-aviões dos EUA no Mar da China Meridional ou afundarem toda a frota dos EUA no Pacífico, como o Japão fez em circunstâncias semelhantes, os EUA lançarão mísseis nucleares, colocando em risco sua própria sobrevivência nacional? A resposta é categoricamente não.

Por estes atos de ameaça imprudente dos EUA, além das violações de perjúrio perante o Congresso em testemunho sobre a preparação da Ucrânia para uma contra-ofensiva contra a Rússia, que contradiz o Pentágono e os documentos da CIA vazados nas mídias sociais há algumas semanas atrás, Biden e muitos de sua equipe merecem ser depostos. Agora, antes que os chineses mostrem o quão nada bonzinhos eles podem ser.

Biden administration to supply Taiwan with 400 Harpoon anti-ship missiles: incompetence compounded by an obvious death wish

The News Review discussion on Press TV, Iran shortly after noon today focused on the announced plans of the Biden Administration to supply Taiwan with Harpoon missiles. Though delivery will not begin for some years, the release of these plans by Bloomberg late yesterday could not have come at a worse time for American interests: precisely in the midst of Chinese Defense Minister Li Shangfu’s four day visit to Moscow. This timing gives the Russians and Chinese the perfect opportunity to discuss scenarios of joint response to the threat such missiles would pose to Chinese ambitions for reunification with Taiwan, by force if necessary. It also pushes the two countries still closer together, to the detriment of American national security.

The reason given by Bloomberg for supplying Harpoons to Taiwan is to enable them to thwart any invasion from mainland China. However, as we saw last week in the PRC’s massive naval exercises in the sea around Taiwan that in effect simulated a blockade of the island, China can bring Taiwan to its knees without putting a single soldier on Taiwanese soil.  In this case, the Harpoons represent an attempt by the United States to foil a blockade.  However, it should be clear to anyone with sense that for the Harpoons to pose such a threat they must first arrive in the island and China has every possibility and reason to ensure that will not happen.  What we have here is precisely the Cuban Missile Crisis of 1962 in reverse, with the USA planning to deliver weapons to an island off the shores of its rival for global leadership, or enemy, if you will.  It is simply stunning that the ‘best and the brightest’ of today advising the Oval Office have no memory of past Great Power confrontations and apparently no ability to foresee the next moves of their chess partners.

I trust that readers will enjoy this brief interview. My fellow panelist is a well spoken analyst based in Beijing.

©Gilbert Doctorow, 2023

Translations below into Spanish (Hugo Guido), German (Andreas Mylaeus) and French (Youri)

La administración Biden suministrará a Taiwán 400 misiles antibuque Harpoon: incompetencia agravada por un obvio deseo de muerte

La discusión de News Review en Press TV, Irán, poco después del mediodía de hoy, se centró en los planes anunciados por la Administración Biden para suministrar a Taiwán misiles Harpoon. Aunque la entrega no comenzará hasta dentro de algunos años, la publicación de estos planes por parte de Bloomberg a última hora de ayer no podría haber llegado en un peor momento para los intereses estadounidenses: precisamente en medio de la visita de cuatro días del ministro de Defensa chino, Li Shangfu, a Moscú. Este momento brinda a los rusos y chinos la oportunidad perfecta para discutir escenarios de respuesta conjunta a la amenaza que tales misiles representarían para las ambiciones chinas de reunificación con Taiwán, por la fuerza si es necesario. También empuja a los dos países aún más cerca, en detrimento de la seguridad nacional estadounidense.

La razón dada por Bloomberg para suministrar misiles Harpoon a Taiwán es permitirles frustrar cualquier invasión de China continental. Sin embargo, como vimos la semana pasada en los ejercicios navales masivos de la República Popular China en el mar alrededor de Taiwán, que en efecto simularon un bloqueo de la isla, significa que China puede poner a Taiwán de rodillas sin poner un solo soldado en suelo taiwanés. En este caso, los Harpoon representan un intento de los Estados Unidos de frustrar un bloqueo. Sin embargo, debe quedar claro para cualquiera con sentido común que para que los Harpoon representen tal amenaza, primero deben llegar a la isla y China tiene todas las posibilidades y razones para garantizar que eso no suceda. Lo que tenemos aquí es precisamente la crisis de los misiles cubanos de 1962 a la inversa, con los Estados Unidos planeando entregar armas a una isla frente a las costas de su rival por el liderazgo global, o enemigo, si se quiere. Es simplemente sorprendente que los “mejores y más brillantes” que hoy están asesorando a la Oficina Oval, no tengan memoria de las confrontaciones pasadas de las Grandes Potencias y aparentemente no tengan la capacidad de prever los próximos movimientos de sus rivales de ajedrez.

Confío en que los lectores disfruten de esta breve entrevista. Mi compañero panelista es un analista bien informado con sede en Beijing.

Biden-Regierung will Taiwan mit 400 Harpoon-Schiffsabwehrraketen beliefern: Inkompetenz und offensichtlicher Todeswunsch

Die News Review-Diskussion auf Press TV, Iran, heute kurz nach Mittag konzentrierte sich auf die angekündigten Pläne der Biden-Regierung, Taiwan mit Harpoon-Raketen zu beliefern. Obwohl die Lieferung erst in einigen Jahren beginnen wird, hätte die gestrige Veröffentlichung dieser Pläne durch Bloomberg zu keinem schlechteren Zeitpunkt für die amerikanischen Interessen kommen können: genau in der Mitte des viertägigen Besuchs des chinesischen Verteidigungsministers Li Shangfu in Moskau. Dieser Zeitpunkt bietet den Russen und Chinesen die perfekte Gelegenheit, Szenarien für eine gemeinsame Reaktion auf die Bedrohung zu erörtern, die solche Raketen für die chinesischen Ambitionen auf eine Wiedervereinigung mit Taiwan darstellen würden, notfalls auch mit Gewalt. Außerdem rückt es die beiden Länder noch näher zusammen, zum Nachteil der nationalen Sicherheit der USA.

Bloomberg begründet die Lieferung von Harpoons an Taiwan mit der Möglichkeit, eine Invasion vom chinesischen Festland aus abzuwehren. Wie wir jedoch letzte Woche bei den massiven Marineübungen der Volksrepublik China im Meer um Taiwan gesehen haben, die faktisch eine Blockade der Insel simulierten, kann China Taiwan in die Knie zwingen, ohne auch nur einen einzigen Soldaten auf taiwanesischen Boden zu setzen. In diesem Fall stellen die Harpoons einen Versuch der Vereinigten Staaten dar, eine Blockade zu vereiteln. Jedem vernünftigen Menschen sollte jedoch klar sein, dass die Harpoons erst auf der Insel ankommen müssen, damit sie eine solche Bedrohung darstellen können, und China hat alle Möglichkeiten und Gründe, dafür zu sorgen, dass dies nicht geschieht. Wir haben es hier mit der umgekehrten Version der Kubakrise von 1962 zu tun, als die USA planten, Waffen auf eine Insel vor der Küste ihres Rivalen um die Weltherrschaft, oder, wenn man so will, ihres Feindes, zu liefern. Es ist einfach verblüffend, dass die “Besten und Klügsten”, die heute das Oval Office beraten, keine Erinnerung an vergangene Konfrontationen zwischen Großmächten haben und offensichtlich nicht in der Lage sind, die nächsten Züge ihrer Schachpartner vorherzusehen.

Ich hoffe, dass die Leser dieses kurze Interview genießen werden. Mein Gesprächspartner ist ein sehr beredter Analytiker mit Sitz in Peking.

L’administration Biden va fournir à Taïwan 400 missiles anti-navires Harpoon : une incompétence aggravée par un désir de mort évident

La discussion sur Press TV, Iran, peu après midi aujourd’hui, s’est concentrée sur les plans annoncés par l’administration Biden pour fournir à Taiwan des missiles Harpoon. Même si la livraison ne commencera pas avant plusieurs années, la publication de ces plans par Bloomberg hier en fin de journée ne pouvait pas tomber à un plus mauvais moment pour les intérêts américains : précisément au milieu de la visite de quatre jours du ministre chinois de la défense, Li Shangfu, à Moscou. Ce calendrier donne aux Russes et aux Chinois l’occasion idéale de discuter de scénarios de réponse commune à la menace que ces missiles feraient peser sur les ambitions chinoises de réunification avec Taïwan, par la force si nécessaire. Il rapproche également les deux pays, au détriment de la sécurité nationale américaine.

La raison invoquée par Bloomberg pour justifier la fourniture de Harpoons à Taïwan est de lui permettre de contrecarrer toute invasion en provenance de la Chine continentale. Toutefois, comme nous l’avons vu la semaine dernière lors des exercices navals massifs de la RPC dans la mer autour de Taïwan, qui simulaient en fait un blocus de l’île, la Chine peut mettre Taïwan à genoux sans déployer un seul soldat sur le sol taïwanais. Dans ce cas, les Harpoons représentent une tentative des États-Unis de déjouer un blocus. Cependant, toute personne sensée devrait comprendre que pour que les Harpoons représentent une telle menace, ils doivent d’abord arriver sur l’île et la Chine a toutes les possibilités et toutes les raisons de s’assurer que cela ne se produise pas. Ce qui se passe ici, c’est précisément la crise des missiles de Cuba de 1962 à l’envers, les États-Unis prévoyant de livrer des armes à une île située au large des côtes de son rival pour le leadership mondial, ou de son ennemi, si l’on veut. Il est tout simplement stupéfiant que les « meilleurs et les plus brillants » qui conseillent aujourd’hui le bureau ovale n’aient aucun souvenir des confrontations passées entre grandes puissances et n’aient apparemment aucune capacité à prévoir les prochains mouvements de leurs partenaires d’échecs.

J’espère que les lecteurs apprécieront ce bref entretien. Mon homologue est un analyste qui s’exprime bien et qui est basé à Beijing.

The Age of War

The ongoing military conflict in Ukraine is very often compared in our mainstream media with World War I in that much of the fighting is trench warfare. Air forces are not engaged. The only flying objects other than artillery projectiles are drones and some ground-hugging helicopters.  There is no aerial bombing, just launch of air to ground missiles at distances measuring hundreds if not thousands of kilometers from targets. And while much of the trench warfare is also going on at some distance via artillery barrages, some of it is very personal and up close, with distances separating the combatants measured in a hundred meters or less.

What we lose sight of in this comparison with The Great War, as it is still known here in Belgium, in France and in the United Kingdom is exactly who the soldiers were then and who they are today.

In WWI, they were young men of all classes. The war was democratic in the demographic sense, because it had been oversold to the population and social elites were very much present on the front lines in the officer caste, by patriotic and romantic choice and not necessarily by government order. The net result was the loss of an entire generation of brave and public spirited males by the Western Powers and that was reflected in culture generally.

What I see now in the video reports on Russian television from the front lines is very different from all that.  The soldiers are mostly in their late 20s with a large contingent clearly in their 30s and 40s.  When the Russian television interviewers turn their attention to units of volunteers, the age group goes still higher, likely well into the 60s. That fact was further amplified last night on the 8pm Vesti news program which had a feature segment on those applying via their local military command centers to sign on as kontraktniki. That is the Russian term for professional soldiers who are given an induction premium of about 2500 euros in ruble equivalent and thereafter receive a monthly salary of 2400 euros or more, depending on their professional qualifications and duties to be assigned. The kontraktniki also get other financial benefits including a moratorium on repayment of any debt they hold and availability for heavily subsidized home mortgage loans. Given the average Russian civilian salaries that come to ten times less, it is obvious why there seems to be no shortage of motivated candidates at the recruitment centers.

No one in our media seems interested in the age of war question as it applies to the Russian army. Doing so would spoil their meme about how the Russian general command is sending untrained youths into the meat grinder in Bakhmut and other front line hot spots.  This is absolutely false.  From the very outset Putin issued an order that new recruits to the armed forces be kept at home, within the borders of the Russian Federation and not be sent to front lines in Donbas.  Why?   That is another good question which we can answer with an educated guess:  to avoid creating a new demographic hole such as Russia experienced in the 1990s during the collapse of the economy and widespread pauperization.  By protecting youth against untimely death on the battle field, the Kremlin is giving them time to marry and create offspring before they go to war.  In the same vein, it bears mention that Putin has ordered that the age for first induction of males into the Army be raised substantially, and that will introduced in phases in coming years.

On a visit to Petersburg after the Covid restrictions were lifted and before the September 2022 call-up of 300,000 reservists, I had a long talk with our favorite taxi driver in the St Petersburg suburb of Pushkin.  He was expecting to be called-up and was not worried in the least. His thinking was pretty much in line with the Russian авось, which may be loosely translated as Inshallah or que sera sera, that is to say a calm form of fatalism. I would put his age at about 48.  He explained himself to me:  ‘I have a daughter, I have enjoyed a good life, and I have nothing to lose by rejoining the army!’ 

In fact, my Pushkin taxi driver was called up as a reservist and he is now serving in an administrative post located not too far away from Pushkin.

Of course, in our present age, when some soldiers on the front are being issued spades to dig their trenches along with grenades and automatic rifles of the latest design, for many others in uniform war has been shaped by IT to a very great extent. Computer skills know no age limits and are not dependent on the number of push-ups you can perform.  The people analyzing the images and data coming in from reconnaissance and strike drones can just as easily be 60 as 18.

If there is anything about the ongoing war that looks like human progress, it is that very fact.  War as being fought in Donbas is not about old men sending young men to their deaths.  It is a closer approximation of the whole of male society and a tranche of female society at war.

I have not mentioned the Ukraine side, but from the videos of prisoners of war shown on Russian television, it would appear that their foot soldiers are also men of a certain age, not kids.  There the reasons may be different, namely the mass illegal flight of conscription age males across the border to Europe in private cars before the government could clamp down and seal its borders.  These are the healthy young Ukrainians I see strolling our boulevards in Brussels. Of course, no one from the BBC bothers to visit and ask these chaps what they are doing here.   But that is an issue for another day.

©Gilbert Doctorow, 2023

Translations below into Spanish (Hugo Guido), German (Andreas Mylaeus) and French (Youri)

La Edad de la Guerra

El conflicto militar en curso en Ucrania se compara muy a menudo en nuestros principales medios de comunicación con la Primera Guerra Mundial, ya que gran parte de la lucha es una guerra de trincheras. Las fuerzas aéreas no están comprometidas. Los únicos objetos voladores aparte de los proyectiles de artillería son los drones y algunos helicópteros que vuelan a ras de suelo. No hay bombardeo aéreo, solo lanzamiento de misiles aire-tierra a distancias que miden cientos, si no miles de kilómetros de los objetivos. Y aunque gran parte de la guerra de trincheras también se lleva a cabo a cierta distancia a través de bombardeos de artillería, parte de ella es muy personal y cercana, con distancias que separan a los combatientes medidas en cien metros o menos.

Lo que perdemos de vista en esta comparación con La Gran Guerra, como todavía se conoce aquí en Bélgica, en Francia y en el Reino Unido es exactamente quiénes eran los soldados entonces y quiénes son ahora.

En la Primera Guerra Mundial, eran hombres jóvenes de todas las clases. La guerra fue democrática en el sentido demográfico, porque había sido sobrevendida a la población y las élites sociales estaban muy presentes en las líneas del frente como la casta de oficiales, por elección patriótica y romántica y no necesariamente por orden gubernamental. El resultado a final de cuentas fue la pérdida de toda una generación de hombres valientes y de espíritu cívico por parte de las potencias occidentales y eso se reflejó en la cultura en general.

Lo que veo ahora en los informes de video en la televisión rusa desde las líneas del frente es muy diferente de todo eso. Los soldados están en su mayoría al final de sus 20 con un gran contingente claramente en sus 30 y 40 años. Cuando los entrevistadores de la televisión rusa dirigen su atención a las unidades de voluntarios, el grupo de edad aumenta aún más, probablemente hasta bien entrados los 60 años. Ese hecho se amplificó aún más anoche en el programa de noticias Vesti de las 8 p.m. que tenía un segmento destacado sobre aquellos que solicitaban a través de sus centros de comando militar locales firmar como kontraktniki.  Ese es el término ruso para los soldados profesionales que reciben una prima de inducción de aproximadamente 2500 euros en equivalente en rublos y luego reciben un salario mensual de 2400 euros o más, dependiendo de sus calificaciones profesionales y deberes a asignar. Los kontraktniki también obtienen otros beneficios financieros, incluida una moratoria en el pago de cualquier deuda que tengan y la disponibilidad de préstamos hipotecarios fuertemente subsidiados. Dado que los salarios civiles rusos promedio son diez veces menos, es obvio por qué no parece haber escasez de candidatos motivados en los centros de reclutamiento.

Nadie en nuestros medios parece interesado en la cuestión de la edad de la guerra tal como se aplica al ejército ruso. Hacerlo arruinaría sus memes sobre cómo el comando general ruso está enviando jóvenes no entrenados a la moledora de carne en Bakhmut y otras zonas peligrosas de primera línea. Esto es absolutamente falso. Desde el principio, Putin emitió una orden para que los nuevos reclutas de las fuerzas armadas se mantuvieran en casa, dentro de las fronteras de la Federación Rusa y no fueran enviados a las líneas del frente en Donbas. ¿Por qué? Esa es otra buena pregunta que podemos responder con una conjetura educada: evitar crear un nuevo agujero demográfico como el que experimentó Rusia en la década de 1990 durante el colapso de la economía y la pauperización generalizada. Al proteger a los jóvenes contra la muerte prematura en el campo de batalla, el Kremlin les está dando tiempo para casarse y crear descendencia antes de ir a la guerra. En la misma línea, cabe mencionar que Putin ha ordenado que la edad para la primera inducción de hombres en el Ejército se eleve sustancialmente, y eso se introducirá por fases en los próximos años.

En una visita a Petersburgo después de que se levantaran las restricciones de Covid y antes de la convocatoria de 300,000 reservistas en septiembre de 2022, tuve una larga conversación con nuestro taxista favorito en el suburbio de Pushkin en San Petersburgo. Esperaba ser llamado y no estaba preocupado en lo más mínimo. Su pensamiento estaba bastante en línea con el ruso авось, que puede traducirse libremente como Inshallah o lo que será será, es decir, una forma tranquila de fatalismo. Yo pondría su edad en alrededor de 48 años. Se explicó a sí mismo: “¡Tengo una hija, he disfrutado de una buena vida y no tengo nada que perder al volver a unirme al ejército!”

De hecho, mi taxista de Pushkin fue llamado como reservista y ahora está sirviendo en un puesto administrativo ubicado no muy lejos de Pushkin.

Por supuesto, en nuestra época actual, cuando algunos soldados en el frente reciben espadas para cavar sus trincheras junto con granadas y rifles automáticos de último diseño, para muchos otros en uniforme, la guerra ha sido moldeada en gran medida por las TI. Las habilidades informáticas no conocen límites de edad y no dependen de la cantidad de flexiones que puedan realizar. Las personas que analizan las imágenes y los datos provenientes de los drones de reconocimiento y ataque pueden fácilmente tener 60 o 18 años.

Si hay algo acerca de la guerra en curso que parece progreso humano, es ese mismo hecho. La guerra que se libra en Donbás no se trata de ancianos que envían a los jóvenes a la muerte. Es una aproximación más cercana de toda la sociedad masculina y un segmento de la sociedad femenina en guerra.

No he mencionado el lado de Ucrania, pero por los videos de prisioneros de guerra que se muestran en la televisión rusa, parece que sus soldados de infantería también son hombres de cierta edad, no niños. Allí las razones pueden ser diferentes, a saber, el éxodo ilegal y masivo de hombres en edad de reclutamiento a través de la frontera con Europa en automóviles privados antes de que el gobierno pudiera tomar medidas drásticas y sellar sus fronteras. Estos son los jóvenes ucranianos sanos que veo paseando por nuestros bulevares en Bruselas. Por supuesto, nadie de la BBC se molesta en visitar y preguntar a estos tipos qué están haciendo aquí. Pero ese es un tema para otro día.

Das Zeitalter des Krieges

Der derzeitige militärische Konflikt in der Ukraine wird in unseren Mainstream-Medien sehr oft mit dem Ersten Weltkrieg verglichen, da ein Großteil der Kämpfe in Grabenkämpfen ausgetragen wird. Die Luftstreitkräfte sind nicht beteiligt. Die einzigen fliegenden Objekte, die keine Artilleriegeschosse abfeuern, sind Drohnen und einige bodennahe Hubschrauber. Es gibt keine Bombardierungen aus der Luft, sondern nur den Abschuss von Luft-Boden-Raketen in einer Entfernung von Hunderten, wenn nicht Tausenden von Kilometern von den Zielen. Und während ein Großteil der Grabenkämpfe über Artilleriebeschuss aus einiger Entfernung geführt wird, ist ein Teil der Kämpfe sehr persönlich und hautnah, mit Entfernungen zwischen den Kombattanten von hundert Metern oder weniger.

Was wir bei diesem Vergleich mit dem Großen Krieg, wie er hier in Belgien, in Frankreich und im Vereinigten Königreich immer noch genannt wird, aus den Augen verlieren, ist, wer die Soldaten damals waren und wer sie heute sind.

Im Ersten Weltkrieg waren es junge Männer aus allen Schichten. Der Krieg war im demografischen Sinne demokratisch, weil er der Bevölkerung so sehr angepriesen wurde und die sozialen Eliten in der Offizierskaste an der Front sehr präsent waren, und zwar aus patriotischer und romantischer Entscheidung und nicht unbedingt auf Anordnung der Regierung. Im Ergebnis verloren die Westmächte eine ganze Generation tapferer und bürgernaher Männer, was sich auch in der Kultur niederschlug.

Was ich jetzt in den Videoberichten des russischen Fernsehens von der Front sehe, unterscheidet sich sehr von all dem. Die Soldaten sind größtenteils Ende 20, wobei ein großer Teil eindeutig in den 30er und 40er Jahren ist. Wenn die Interviewer des russischen Fernsehens ihre Aufmerksamkeit auf Einheiten von Freiwilligen richten, steigt die Altersgruppe noch weiter an, wahrscheinlich bis weit in die 60er Jahre. Diese Tatsache wurde gestern Abend in der Nachrichtensendung “Vesti” (20.00 Uhr) noch verstärkt, die einen Beitrag über diejenigen brachte, die sich über ihre örtlichen militärischen Kommandozentralen als “kontraktniki” bewerben. Das ist die russische Bezeichnung für Berufssoldaten, die eine Einführungsprämie von umgerechnet etwa 2500 Euro in Rubel und danach ein monatliches Gehalt von 2400 Euro oder mehr bekommen, je nach ihrer beruflichen Qualifikation und den zugewiesenen Aufgaben. Die kontraktniki erhalten auch andere finanzielle Vorteile, darunter ein Moratorium für die Rückzahlung ihrer Schulden und die Möglichkeit, stark subventionierte Hypothekendarlehen zu erhalten. Angesichts der durchschnittlichen russischen Zivilistengehälter, die zehnmal niedriger sind, ist es offensichtlich, warum es in den Rekrutierungszentren keinen Mangel an motivierten Bewerbern zu geben scheint.

Niemand in unseren Medien scheint sich für die Frage des Alters der Soldaten zu interessieren, wenn es um die russische Armee geht. Damit würden sie ihr Mem verderben, das besagt, dass das russische Generalkommando unausgebildete Jugendliche in Bakhmut und anderen Brennpunkten an der Front in den Fleischwolf schickt. Dies ist absolut falsch. Putin hat von Anfang an angeordnet, dass die neuen Rekruten der Streitkräfte innerhalb der Grenzen der Russischen Föderation bleiben und nicht an die Front im Donbas geschickt werden. Aber warum? Auch das ist eine gute Frage, die wir mit einer begründeten Vermutung beantworten können: Um zu vermeiden, dass ein neues demografisches Loch entsteht, wie es Russland in den 1990er Jahren während des Zusammenbruchs der Wirtschaft und der allgemeinen Verarmung erlebte. Indem der Kreml die Jugend vor einem vorzeitigen Tod auf dem Schlachtfeld schützt, gibt er ihr Zeit, zu heiraten und Nachwuchs zu zeugen, bevor sie in den Krieg zieht. In diesem Zusammenhang ist auch zu erwähnen, dass Putin angeordnet hat, das Alter für den Eintritt von Männern in die Armee erheblich anzuheben, was in den kommenden Jahren schrittweise eingeführt werden soll.

Bei einem Besuch in Petersburg nach der Aufhebung der Covid-Beschränkungen und vor der Einberufung von 300.000 Reservisten im September 2022 hatte ich ein langes Gespräch mit unserem Lieblingstaxifahrer im Petersburger Vorort Puschkin. Er rechnete mit seiner Einberufung und war nicht im Geringsten beunruhigt. Seine Denkweise entsprach ziemlich genau dem russischen авось, was frei mit “Inshallah” oder “que sera sera” übersetzt werden kann, also einer ruhigen Form des Fatalismus. Ich würde sein Alter auf etwa 48 Jahre schätzen. Er erklärte mir: “Ich habe eine Tochter, ich habe ein gutes Leben genossen, und ich habe nichts zu verlieren, wenn ich wieder in die Armee eintrete!”

Tatsächlich wurde mein Puschkin-Taxifahrer als Reservist einberufen und dient nun in einem Verwaltungsposten nicht weit von Puschkin entfernt.

Natürlich, in unserer Zeit, in der einige Soldaten an der Front neben Granaten und automatischen Gewehren neuester Bauart auch Spaten zum Graben ihrer Gräben erhalten, ist der Krieg für viele andere in Uniform in hohem Maße von der IT geprägt. Computerkenntnisse kennen keine Altersgrenzen und sind nicht davon abhängig, wie viele Liegestütze man machen kann. Die Leute, die die Bilder und Daten der Aufklärungs- und Kampfdrohnen auswerten, können genauso gut 60 wie 18 sein.

Wenn es irgendetwas am laufenden Krieg gibt, das wie menschlicher Fortschritt aussieht, dann ist es genau diese Tatsache. Im Krieg im Donbass geht es nicht darum, dass alte Männer junge Männer in den Tod schicken. Es handelt sich vielmehr um eine Annäherung der gesamten männlichen Gesellschaft und eines Teils der weiblichen Gesellschaft im Krieg.

Ich habe die ukrainische Seite nicht erwähnt, aber aus den im russischen Fernsehen gezeigten Videos von Kriegsgefangenen geht hervor, dass es sich bei ihren Fußsoldaten ebenfalls um Männer in einem bestimmten Alter handelt, nicht um Kinder. Dort mögen die Gründe andere sein, nämlich die massenhafte illegale Flucht von Männern im wehrpflichtigen Alter in Privatautos über die Grenze nach Europa, bevor die Regierung hart durchgreifen und die Grenzen dicht machen konnte. Das sind die gesunden jungen Ukrainer, die ich auf unseren Boulevards in Brüssel flanieren sehe. Natürlich macht sich niemand von der BBC die Mühe, diese Burschen zu besuchen und zu fragen, was sie hier tun. Aber das ist ein Thema für einen anderen Tag.

L’âge de la guerre

Le conflit militaire en cours en Ukraine est très souvent comparé, dans les médias grand public, à la Première Guerre mondiale, dans la mesure où la plupart des combats sont des guerres de tranchées. Les forces aériennes ne sont pas engagées. Les seuls objets volants autres que les projectiles d’artillerie sont des drones et quelques hélicoptères au ras du sol.  Il n’y a pas de bombardements aériens, mais des tirs de missiles air-sol à des distances de centaines, voire de milliers de kilomètres des cibles. Et si la guerre de tranchées se déroule souvent à une certaine distance grâce à des barrages d’artillerie, certains combats sont très rapprochés et personnels, les distances séparant les combattants se mesurant à une centaine de mètres ou moins.

Ce que nous perdons de vue dans cette comparaison avec la Grande Guerre, telle qu’elle est encore connue ici en Belgique, en France et au Royaume-Uni, c’est exactement qui étaient les soldats à l’époque et qui ils sont aujourd’hui.

Lors de la Première Guerre mondiale, il s’agissait de jeunes hommes de toutes les classes sociales. La guerre était démocratique au sens démographique du terme, parce qu’elle avait été présentée de manière abusive à la population et que les élites sociales étaient très présentes sur le front dans la caste des officiers, par choix patriotique et romantique et pas nécessairement sur ordre du gouvernement. Le résultat final a été la perte par les puissances occidentales d’une génération entière d’hommes courageux et animés d’un esprit civique, ce qui s’est reflété dans la culture en général.

Ce que je vois maintenant dans les reportages vidéo de la télévision russe depuis les lignes de front est très différent de tout cela. Les soldats sont pour la plupart âgés d’une vingtaine d’années, avec un important contingent de trentenaires et de quadragénaires. Lorsque les interviewers de la télévision russe s’intéressent aux unités de volontaires, la tranche d’âge est encore plus élevée, atteignant probablement la soixantaine. Ce fait a été encore amplifié hier soir dans le journal télévisé de 20 heures de Vesti, qui a consacré un reportage à ceux qui, par l’intermédiaire de leur centre de commandement militaire local, demandent à s’engager en tant que kontraktniki. Il s’agit du terme russe désignant les soldats professionnels qui reçoivent une prime d’incorporation d’environ 2500 euros en équivalents roubles et perçoivent ensuite un salaire mensuel de 2400 euros ou plus, en fonction de leurs qualifications professionnelles et des tâches qui leur sont assignées. Les kontraktniki bénéficient également d’autres avantages financiers, notamment un moratoire sur le remboursement de toute dette qu’ils détiennent et la possibilité d’obtenir des prêts immobiliers fortement subventionnés. Étant donné que les salaires moyens des civils russes sont dix fois moins élevés, on comprend pourquoi les centres de recrutement ne semblent pas manquer de candidats motivés.

Personne dans nos médias ne semble s’intéresser à la question de l’âge de la guerre telle qu’elle s’applique à l’armée russe. Cela gâcherait leur idée selon laquelle le commandement général russe envoie des jeunes sans formation dans le hachoir à viande à Bakhmut et dans d’autres points chauds de la ligne de front. C’est absolument faux. Dès le départ, Poutine a ordonné que les nouvelles recrues des forces armées restent chez elles, à l’intérieur des frontières de la Fédération de Russie, et ne soient pas envoyées sur les lignes de front au Donbass. Pourquoi ? C’est une autre bonne question à laquelle nous pouvons répondre par une supposition éclairée : pour éviter de créer un nouveau trou démographique tel que celui qu’a connu la Russie dans les années 1990 lors de l’effondrement de l’économie et de la paupérisation généralisée. En protégeant les jeunes contre une mort prématurée sur le champ de bataille, le Kremlin leur donne le temps de se marier et d’avoir une descendance avant de partir à la guerre. Dans le même ordre d’idées, il convient de mentionner que M. Poutine a ordonné que l’âge de la première incorporation des hommes dans l’armée soit considérablement relevé, et que cette mesure sera introduite par étapes dans les années à venir.

Lors d’une visite à Pétersbourg après la levée des restrictions Covid et avant l’appel de 300 000 réservistes en septembre 2022, j’ai eu une longue conversation avec notre chauffeur de taxi préféré dans la banlieue de Saint-Pétersbourg, dans le quartier Pouchkine.  Il s’attendait à être appelé et n’était pas du tout inquiet. Son raisonnement était assez proche du авось russe, que l’on peut traduire approximativement par Inch’Allah ou que sera sera, c’est-à-dire une forme calme de fatalisme. Je dirais qu’il a environ 48 ans. Il s’explique : « J’ai une fille, j’ai eu une belle vie, je n’ai rien à perdre à réintégrer l’armée ! »

En fait, mon chauffeur de taxi de Pouchkine a été appelé comme réserviste et il sert maintenant dans un poste administratif situé pas très loin de Pouchkine.

Bien sûr, à notre époque, alors que certains soldats au front reçoivent des bêches pour creuser leurs tranchées ainsi que des grenades et des fusils automatiques dernier cri, pour beaucoup d’autres en uniforme, la guerre a été façonnée dans une très large mesure par les technologies de l’information. Les compétences informatiques ne connaissent pas de limite d’âge et ne dépendent pas du nombre de pompes que l’on peut faire. Les personnes qui analysent les images et les données transmises par les drones de reconnaissance et d’attaque peuvent tout aussi bien avoir 60 ans que 18 ans.

S’il y a quelque chose dans la guerre en cours qui ressemble à un progrès humain, c’est bien cela. La guerre telle qu’elle se déroule dans le Donbass n’est pas le fait d’hommes âgés qui envoient des jeunes hommes à la mort. Il s’agit d’une représentation plus fidèle de l’ensemble de la société masculine et d’une partie de la société féminine en guerre.

Je n’ai pas parlé de l’Ukraine, mais d’après les vidéos de prisonniers de guerre diffusées à la télévision russe, il semblerait que leurs fantassins soient également des hommes d’un certain âge, et non des enfants. Là, les raisons sont peut-être différentes, à savoir la fuite massive et illégale d’hommes en âge de conscription vers l’Europe dans des voitures privées avant que le gouvernement ne puisse prendre des mesures énergiques et sceller ses frontières. Ce sont ces jeunes Ukrainiens en bonne santé que je vois se promener sur nos boulevards à Bruxelles. Bien entendu, aucun représentant de la BBC ne se donne la peine de leur rendre visite et de leur demander ce qu’ils font ici. Mais c’est un sujet pour un autre jour.

Russia in the world news today: visit of Chinese defense minister, high alert naval exercises in the Pacific and charm offensives in Brazil and India

It would appear from today’s news about Russian activities on the world stage that the country’s leadership is fully capable of walking and chewing gum simultaneously, unlike the leaders of some countries that we will not embarrass by mentioning here.

Western mainstream media have given greatest attention to the visit to Moscow of China’s Defense Minister, General Li Shangfu, which began yesterday when he was received by President Putin for discussions together with his Russian counterpart, Sergei Shoigu. The photo opportunity exchange of courtesies in which Putin and Li both confirmed the close ties of their countries following on the Putin-Xi Jinping friendship was given air time on Euronews, the BBC and other broadcasters who normally are openly hostile to the Kremlin and do it no favors. The significance of cooperation in defense of these two superpowers is news too big to ignore.

Many Western observers reminded their audiences that Li has been under U.S. sanctions since the Trump presidency for his “close cooperation” with Russia back then. But what did that cooperation consist in? Li was responsible for acquiring military hardware, and he signed the contracts to buy Russia’s world beating air defense system, the S-400, and its most advanced fighter jets. It would not be surprising if during his 4-day visit Li continued his pursuit of other world-beating Russian equipment that could be very useful in any pending military clash with the United States over Taiwan. It would also be logical for Li to be discussing which Chinese hardware could be supplied to Russia if and when the clash with NATO over Ukraine escalates to a new order of risk and China decides to abandon its present caution and throw in its fate with Russia. None of these questions, of course, figure in the reports of Western media today.

Today’s activities of Li in Moscow got far less attention in Western media, though they say a lot about what close relations between the two defense establishments mean. He visited the Military Academy of the General Staff, which in the past took in many Chinese students who went on to make serious careers in the PRC. It is reasonable to expect the numbers of Chinese students in this and other Russian military schools to swell once again, forming the cadres that ensure mutual understanding and coordinated defense programs for decades to come.

On Russian television today it was a very different ongoing event which took center stage: the snap high alert exercises of the Russian Pacific fleet.  That this was coming figured in reports of many Western media outlets ahead of its start. Their reports today are far less numerous and content is minimal.  Meanwhile TASS today has the most informative text account (online), drawing on the report which Defense Minister Shoigu made to Vladimir Putin for the television cameras. We are told that the exercises involve over 25,000 personnel, 167 combat ships and support vessels, including 12 submarines, 89 aircraft and helicopters.

However, the television coverage of the military exercises on Vesti tell a far more interesting story. We were taken aboard the ships, which are nearly all newly constructed, compact, with a sharply reduced radar profile, packed with the latest design cannon and rapid fire artillery such as we otherwise see daily on the battlefields of Donbas. And they are carrying Russia’s hypersonic Kinzhal missiles, which proved their worth in the devastating attack on a bunker used by NATO officers near Lviv on 9 March. We were told today that the Kinzhal also serves as an unstoppable and highly accurate destroyer of enemy aircraft. That it sinks ships to the scale of aircraft carriers was never in doubt.

I make no pretense at having competence in military affairs, but even a layman like myself could be shocked at the comparison between these new Russian surface vessels taking part in the Pacific Fleet exercises and the antiquated, bloated German vessels that today’s Western newscasters showed participating in NATO naval exercises in the Baltic.

As for timing, shall we say it is not fortuitous that the Russians decided to call their Pacific Fleet exercise, which operates in particular near the Kuriles and in close proximity to Japan, at the very moment when the G7 foreign ministers are meeting near Hiroshima. Nor can one ignore the close sequence between the Russian exercises and China’s massive show of naval strength last week in the waters around Taiwan, including exercises of planes on one of their aircraft carriers, to show their displeasure with the visit of the Taiwan president to the USA just days before and her talks with the Speaker of the House.

Finally, with respect to these two sets of exercises, looking at the map we see that they take place at either end of an arc running from Kamchatka down to the sea off Vietnam. These are two claws of a potential Russian-Chinese pincer entrapping the US and allied naval presence in between. Is this by chance or by intent a clear message to Washington?

Now let us move on to the charm offensives. Today’s Vesti carries video reportage of the arrival of Russian Foreign Minister Sergei Lavrov in Brazil for the start of his Latin American tour that will also include visits to Venezuela and Cuba.

Perhaps taking a cue from the dressing down that Annalena Baerbock displayed several days ago when she descended from her plane in Beijing in sports trainers, the usually dapper Lavrov descended in Brazil wearing jeans and white sneakers. But he was in a finely tailored suit for his meetings with top Brazilian officials later in the day. We may assume they have a great deal to discuss following President Lula’s visit to Beijing last week. Topics may well include the Brazilian position with respect to China’s 12 point peace plan for Ukraine, the question of creating a new BRICS currency for trade between its member states and the plans for further growing the New Development Bank in Beijing. The NDB is the BRICS’ answer to the IMF and World Bank. It is part of the new architecture of global institutions that China, and Russia, are building to underpin multipolarity.  It is relevant to Lavrov’s discussions that Lula’s former protégé Dilma Rousseff was recently elected as the Bank’s president by its Board of Directors. Since 2021 the NDB has among its members Bengladesh, Egypt, the United Arab Emirates and Uruguay. There surely will be many more members to come.

Lastly, Russian news today is carrying extensive text and video reports on the talks that Denis Maturov, RF Minister of Industry and Trade, is having in Delhi, where he heads a substantial Russian corporate delegation. The Indian Foreign Minister is shown warmly receiving Maturov with words to the effect that Russia and India share the ambition to establish multipolarity in global governance.

Per Rossiiskaya Gazeta, one of the key tasks of Manturov’s delegation is to sway the opinion of the Indian government in favor of granting Russia a further contract to build a second atomic power station. The online news agency AEX tells us that Manturov is in talks to expand direct air links between the two countries to better facilitate business exchanges and tourism. Vechernaya Moskva informs that Russia and India are working to create a reinsurance company to provide coverage for oil deliveries by ship.

In the latter regard, if I properly caught the figure given by Vesti on the fly, Russian deliveries of oil to India are now running at the extraordinary volume of 1.5 million barrels a day. This has driven up the level of bilateral trade by 50% versus a year ago. To date the figure is 45 billion dollars.

Other subjects for trade talks include closer ties in the pharmaceutical and automotive industries. An agreement for a free trade zone is under discussion, as are legal protections for capital investments.

As Western businessmen know, India is not an easy market for foreigners, and the Russians will have to be very hard working and patient to succeed in all the vectors now under discussion.  But they clearly have political relations on their side.

©Gilbert Doctorow, 2023

Translations below into Spanish (Hugo Guido), French (Youri), German (Andreas Mylaeus) and Brazilian Portuguese (Evandro Menezes)

Rusia en el mundo noticias de hoy: visita del ministro de Defensa chino, ejercicios navales de alerta máxima en el Pacífico y ofensivas de encanto en Brasil e India

Parecería por las noticias de hoy sobre las actividades rusas en el escenario mundial, que el liderazgo del país es totalmente capaz de caminar y masticar chicle al mismo tiempo, a diferencia de los líderes de algunos países que no avergonzaremos al mencionarlos aquí.

Los principales medios de comunicación occidentales han prestado la mayor atención a la visita a Moscú del ministro de Defensa de China, el general Li Shangfu, que comenzó ayer cuando fue recibido por el presidente Putin para entablar conversaciones junto con su homólogo ruso, Sergei Shoigu. El intercambio de cortesías en el que Putin y Li confirmaron los estrechos lazos de sus países tras la amistad Putin-Xi Jinping se le concedió tiempo de emisión en Euronews, la BBC y otras emisoras que normalmente son abiertamente hostiles al Kremlin y que no le hacen ningún favor. La importancia de la cooperación en defensa de estas dos superpotencias es una noticia demasiado grande como para ignorarla.

Muchos observadores occidentales recordaron a sus audiencias que Li ha estado bajo sanciones de Estados Unidos desde la presidencia de Trump por su “estrecha cooperación” con Rusia en ese entonces. Pero, ¿en qué consistía esa cooperación? Li fue responsable de adquirir armamento militar, y firmó los contratos para comprar el sistema de defensa aérea de Rusia, el S-400, y sus aviones de combate más avanzados. No sería sorprendente que durante su visita de 4 días, Li continuara su búsqueda de equipo ruso que podría ser muy útil en cualquier enfrentamiento militar pendiente con los Estados Unidos sobre Taiwán. También sería lógico que Li discutiera qué armamento chino podría suministrarse a Rusia si el choque con la OTAN sobre Ucrania escala a un nuevo nivel de riesgo y China decide abandonar su precaución actual y enlazar su destino con Rusia. Ninguna de estas preguntas, por supuesto, figura en los informes de los medios occidentales de hoy.

Las actividades de hoy de Li en Moscú recibieron mucha menos atención en los medios occidentales, aunque dicen mucho sobre lo que significan las estrechas relaciones entre los dos establecimientos de defensa. Visitó la Academia Militar del Estado Mayor, que en el pasado acogió a muchos estudiantes chinos que hicieron carreras serias en la República Popular China. Es razonable esperar que el número de estudiantes chinos en esta y otras escuelas militares rusas aumente una vez más, formando los cuadros que aseguren el entendimiento mutuo y los programas de defensa coordinados en las próximas décadas.

En la televisión rusa de hoy fue un evento en curso muy diferente el que ocupó el centro del escenario: los ejercicios de alerta máxima rápida de la flota rusa del Pacífico. Esto figuraba en los informes de muchos medios de comunicación occidentales antes de su inicio. Sus informes de hoy son mucho menos numerosos y el contenido es mínimo. Mientras tanto, TASS tiene hoy el reporte más informativo (en línea), basándose en el informe que el ministro de Defensa Shoigu hizo a Vladimir Putin para las cámaras de televisión. Se nos dice que los ejercicios involucran a más de 25,000 personas, 167 buques de combate y buques de apoyo, incluidos 12 submarinos, 89 aviones y helicópteros.

Sin embargo, la cobertura televisiva de los ejercicios militares en Vesti cuenta una historia mucho más interesante. Nos llevaron a bordo de los barcos, que son casi todos de nueva construcción, compactos, con un perfil de radar muy reducido, repletos del último diseño de cañones y artillería de fuego rápido como la que vemos a diario en los campos de batalla del Donbas. Y llevan los misiles hipersónicos Kinzhal de Rusia, que demostraron su valía en el devastador ataque a un búnker utilizado por oficiales de la OTAN cerca de Lviv el 9 de marzo. Hoy nos dijeron que el Kinzhal también sirve como un destructor imparable y altamente preciso de aviones enemigos. Que hunde barcos a la escala de los portaaviones, eso nunca estuvo en duda.

No pretendo tener competencia en asuntos militares, pero incluso un lego como yo podría sorprenderse de la comparación entre estos nuevos buques de superficie rusos que participan en los ejercicios de la Flota del Pacífico y los anticuados y regordetes buques alemanes que los presentadores de noticias occidentales mostraron hoy participando en ejercicios navales de la OTAN en el Báltico.

En cuanto al calendario, digamos que no es fortuito que los rusos hayan decidido llamar a su ejercicio de la Flota del Pacífico, que opera particularmente cerca de las Kuriles y muy próxima a Japón, en el mismo momento en que los ministros de Asuntos Exteriores del G7 se reúnen cerca de Hiroshima. Tampoco se puede ignorar la estrecha secuencia entre los ejercicios rusos y la masiva demostración de fuerza naval de China la semana pasada en las aguas alrededor de Taiwán, incluidos los ejercicios de aviones en uno de sus portaaviones, para mostrar su descontento con la visita de la presidenta de Taiwán a los Estados Unidos pocos días antes y sus conversaciones con el presidente de la Cámara de Representantes.

Finalmente, con respecto a estos dos conjuntos de ejercicios, mirando el mapa vemos que tienen lugar en cada extremo de un arco que va desde Kamchatka hasta el mar frente a Vietnam. Estas son dos garras de una potencial pinza ruso-china que atrapa a la presencia naval estadounidense y aliada en el medio. ¿Es esto por casualidad o con la intención de enviar un mensaje claro a Washington?

Ahora pasemos a las ofensivas suaves. El Vesti de hoy publica un reportaje en video de la llegada del ministro de Relaciones Exteriores de Rusia, Sergei Lavrov, a Brasil para el inicio de su gira latinoamericana que también incluirá visitas a Venezuela y Cuba.

Tal vez siguiendo el ejemplo en el vestir que Annalena Baerbock mostró hace varios días cuando descendió de su avión en Pekín en zapatillas deportivas, el generalmente elegante Lavrov descendió en Brasil con jeans y zapatillas blancas. Pero vistió un traje finamente hecho a la medida para sus reuniones con altos funcionarios brasileños más tarde ese mismo día. Podemos suponer que tienen mucho que discutir después de la visita del presidente Lula a Beijing la semana pasada. Los temas bien pueden incluir la posición brasileña con respecto al plan de paz de 12 puntos de China para Ucrania, la cuestión de crear una nueva moneda BRICS para el comercio entre sus estados miembros y los planes para hacer crecer aún más el Nuevo Banco de Desarrollo en Pekín. El NBD es la respuesta de los BRICS al FMI y al Banco Mundial. Es parte de la nueva arquitectura de instituciones globales que China y Rusia están construyendo para apuntalar la multipolaridad. Es relevante para las discusiones de Lavrov que la ex protegida de Lula, Dilma Rousseff, fue elegida recientemente como presidenta del Banco por su Junta Directiva. Desde 2021 el NBD tiene entre sus miembros a Bengladesh, Egipto, Emiratos Árabes Unidos y Uruguay. Seguramente habrá muchos más miembros por venir.

Por último, las noticias rusas de hoy presentan extensos informes de texto y video sobre las conversaciones que Denis Maturov, ministro de Industria y Comercio de RF, está teniendo en Delhi, donde encabeza una importante delegación corporativa rusa. El ministro de Relaciones Exteriores de la India recibe calurosamente a Maturov con palabras en el sentido de que Rusia y la India comparten la ambición de establecer la multipolaridad en la gobernanza global.

Según Rossiiskaya Gazeta, una de las tareas clave de la delegación de Manturov es influir en la opinión del gobierno indio a favor de otorgar a Rusia un nuevo contrato para construir una segunda central atómica. La agencia de noticias en línea AEX nos dice que Manturov está en conversaciones para expandir los enlaces aéreos directos entre los dos países para facilitar mejor los intercambios comerciales y el turismo. Vechernaya Moskva informa que Rusia e India están trabajando para crear una compañía de reaseguros para proporcionar cobertura para las entregas de petróleo por barco.

En este último sentido, si capté al vuelo correctamente la cifra dada por Vesti, las entregas rusas de petróleo a la India andarán rondando el extraordinario volumen de 1,5 millones de barriles por día. Esto ha elevado el nivel de comercio bilateral en un 50% en comparación con hace un año. Hasta la fecha la cifra es de 45 mil millones de dólares.

Otros temas en las conversaciones comerciales incluyen vínculos más estrechos en las industrias farmacéutica y automotriz. Se está discutiendo un acuerdo para una zona de libre comercio, al igual que las protecciones legales para las inversiones de capital. Como saben los empresarios occidentales, la India no es un mercado fácil para los extranjeros, y los rusos tendrán que ser muy trabajadores y pacientes para tener éxito en todos los vectores que ahora se están discutiendo. Pero claramente tienen las relaciones políticas de su lado

La Russie dans l’actualité mondiale aujourd’hui :

visite du ministre chinois de la défense, exercices navals de haute alerte dans le Pacifique et offensives de charme au Brésil et en Inde

Il semblerait, d’après les nouvelles d’aujourd’hui concernant les activités de la Russie sur la scène internationale, que les dirigeants du pays soient tout à fait capables de marcher et de mâcher du chewing-gum simultanément, contrairement aux dirigeants de certains pays que nous ne mettrons pas dans l’embarras en les mentionnant ici.

Les principaux médias occidentaux ont accordé la plus grande attention à la visite à Moscou du ministre chinois de la défense, le général Li Shangfu, qui a débuté hier lorsqu’il a été reçu par le président Poutine pour des discussions avec son homologue russe, Sergei Shoigu. L’échange de politesses au cours duquel Poutine et Li ont tous deux confirmé les liens étroits entre leurs pays dans le prolongement de l’amitié entre Poutine et Xi Jinping a été diffusé sur Euronews, la BBC et d’autres chaînes de télévision qui sont habituellement ouvertement hostiles au Kremlin et ne lui font aucune faveur. L’importance de la coopération en matière de défense entre ces deux superpuissances est une nouvelle trop importante pour être ignorée.

De nombreux observateurs occidentaux ont rappelé à leur public que Li était sous le coup de sanctions américaines depuis la présidence Trump pour sa “coopération étroite” avec la Russie à l’époque. Mais en quoi consistait cette coopération ? Li était responsable de l’acquisition de matériel militaire, et il a signé les contrats d’achat du meilleur système de défense aérienne russe, le S-400, et de ses avions de chasse les plus avancés. Il ne serait pas surprenant qu’au cours de sa visite de quatre jours, M. Li poursuive sa quête d’autres équipements russes de pointe qui pourraient s’avérer très utiles en cas d’affrontement militaire avec les États-Unis au sujet de Taïwan. Il serait également logique que Li discute du matériel chinois qui pourrait être fourni à la Russie si et quand l’affrontement avec l’OTAN concernant l’Ukraine s’aggrave et que la Chine décide d’abandonner sa prudence actuelle et de lier son sort avec la Russie. Bien entendu, aucune de ces questions ne figure dans les rapports des médias occidentaux aujourd’hui.

Les activités menées aujourd’hui par M. Li à Moscou ont reçu beaucoup moins d’attention de la part des médias occidentaux, bien qu’elles en disent long sur la signification des relations étroites entre les deux institutions de défense. Il a visité l’Académie militaire de l’état-major général, qui a accueilli dans le passé de nombreux étudiants chinois qui ont ensuite fait une carrière importante en RPC. On peut raisonnablement s’attendre à ce que le nombre d’étudiants chinois dans cette école et dans d’autres écoles militaires russes augmente à nouveau, afin de former les cadres qui garantiront la compréhension mutuelle et la coordination des programmes de défense pour les décennies à venir.

Aujourd’hui, à la télévision russe, c’est un événement très différent qui a occupé le devant de la scène : les exercices d’alerte rapide de la flotte russe du Pacifique.  De nombreux médias occidentaux avaient annoncé la tenue de ces exercices avant qu’ils ne commencent. Aujourd’hui, leurs reportages sont beaucoup moins nombreux et leur contenu est minimal.  C’est l’agence TASS qui présente aujourd’hui le compte rendu le plus instructif (en ligne), en s’appuyant sur le rapport que le ministre de la défense Shoigu a présenté à Vladimir Poutine devant les caméras de télévision. On nous dit que les exercices impliquent plus de 25 000 personnes, 167 navires de combat et de soutien, dont 12 sous-marins, 89 avions et hélicoptères.

Cependant, la couverture télévisée des exercices militaires sur Vesti raconte une histoire bien plus intéressante. Nous avons été emmenés à bord des navires, qui sont presque tous de construction récente, compacts, avec un profil radar fortement réduit, équipés des derniers canons et de l’artillerie à tir rapide que nous voyons tous les jours sur les champs de bataille du Donbass. Ils transportent également les missiles hypersoniques russes Kinzhal, qui ont fait leurs preuves lors de l’attaque dévastatrice d’un bunker utilisé par des officiers de l’OTAN près de Lviv le 9 mars. On nous a dit aujourd’hui que le Kinzhal est aussi un destructeur imparable et très précis d’avions ennemis. Le fait qu’il coule des navires de la taille d’un porte-avions n’a jamais été mis en doute.

Je ne prétends pas être compétent en matière d’affaires militaires, mais même un profane comme moi pourrait être choqué par la comparaison entre ces nouveaux navires de surface russes participant aux exercices de la flotte du Pacifique et les navires allemands vétustes et bouffis que les présentateurs des journaux télévisés occidentaux montrent aujourd’hui participant aux exercices navals de l’OTAN dans la mer Baltique.

En ce qui concerne le calendrier, disons qu’il n’est pas fortuit que les Russes aient décidé d’organiser leur exercice de la flotte du Pacifique, qui opère notamment près des Kouriles et à proximité immédiate du Japon, au moment même où les ministres des affaires étrangères du G7 se réunissent près d’Hiroshima. On ne peut pas non plus ignorer le lien étroit entre les exercices russes et la démonstration de force navale massive de la Chine la semaine dernière dans les eaux autour de Taïwan, y compris des exercices d’avions sur l’un de ses porte-avions, pour montrer son mécontentement face à la visite de la présidente de Taïwan aux États-Unis quelques jours auparavant et à ses entretiens avec le président de la Chambre des représentants.

Enfin, en ce qui concerne ces deux séries d’exercices, la carte montre qu’elles se déroulent aux deux extrémités d’un arc allant du Kamchatka à la mer au large du Viêt Nam. Il s’agit des deux pinces d’une potentielle tenaille russo-chinoise dans laquelle la marine américaine et ses alliés sont pris au piège. S’agit-il d’un hasard ou d’un message clair adressé à Washington ?

Passons maintenant aux offensives de charme. Vesti publie aujourd’hui un reportage vidéo sur l’arrivée du ministre russe des affaires étrangères, Sergueï Lavrov, au Brésil pour le début de sa tournée en Amérique latine, qui comprendra également des visites au Venezuela et à Cuba.

S’inspirant peut-être de l’attitude d’Annalena Baerbock qui, il y a quelques jours, était descendue de son avion à Pékin en baskets de sport, M. Lavrov, habituellement élégant, est arrivé au Brésil vêtu d’un jean et de chaussures de sport blanches. Il a toutefois revêtu un costume finement taillé pour ses réunions avec de hauts responsables brésiliens plus tard dans la journée. On peut supposer qu’ils ont beaucoup de choses à se dire après la visite du président Lula à Pékin la semaine dernière. Parmi les sujets abordés, citons la position brésilienne concernant le plan de paix en 12 points de la Chine pour l’Ukraine, la question de la création d’une nouvelle monnaie des BRICS pour les échanges entre les États membres et les projets de développement de la Nouvelle banque de développement (NDB) à Pékin. La NDB est la réponse des BRICS au FMI et à la Banque mondiale. Elle fait partie de la nouvelle architecture des institutions mondiales que la Chine et la Russie sont en train de mettre en place pour soutenir la multipolarité.  Le fait que l’ancienne protégée de Lula, Dilma Rousseff, ait été récemment élue présidente de la Banque par son conseil d’administration est important pour les discussions de M. Lavrov. Depuis 2021, la NDB compte parmi ses membres le Bengladesh, l’Égypte, les Émirats arabes unis et l’Uruguay. Il y aura certainement beaucoup d’autres membres dans le futur.

Enfin, les médias russes diffusent aujourd’hui des textes et des vidéos détaillés sur les entretiens que Denis Manturov, ministre de l’industrie et du commerce de la Fédération de Russie, a eus à Delhi, où il dirige une importante délégation d’entreprises russes. On y voit le ministre indien des affaires étrangères accueillir chaleureusement M. Manturov et lui dire que la Russie et l’Inde partagent l’ambition d’instaurer la multipolarité dans la gouvernance mondiale.

Selon Rossiyskaya Gazeta, l’une des principales tâches de la délégation de M. Manturov consiste à influencer l’opinion du gouvernement indien en faveur de l’octroi à la Russie d’un nouveau contrat pour la construction d’une deuxième centrale atomique. L’agence de presse en ligne AEX nous apprend que M. Manturov est en pourparlers pour développer les liaisons aériennes directes entre les deux pays afin de faciliter les échanges commerciaux et le tourisme. Vechernyaya Moskva informe que la Russie et l’Inde travaillent à la création d’une société de réassurance pour couvrir les livraisons de pétrole par bateau.

À cet égard, si j’ai bien saisi le chiffre donné par Vesti à la volée, les livraisons russes de pétrole à l’Inde atteignent désormais le volume extraordinaire de 1,5 million de barils par jour. Cela a fait grimper le niveau des échanges bilatéraux de 50 % par rapport à l’année dernière. À ce jour, le chiffre s’élève à 45 milliards de dollars.

D’autres sujets de discussions commerciales incluent des liens plus étroits dans les industries pharmaceutiques et automobiles. Un accord sur une zone de libre-échange est en cours de discussion, de même que des protections juridiques pour les investissements en capital.

Comme le savent les hommes d’affaires occidentaux, l’Inde n’est pas un marché facile pour les étrangers, et les Russes devront faire preuve de beaucoup de travail et de patience pour réussir dans tous les domaines actuellement à l’étude.  Mais ils ont clairement les relations politiques de leur côté.

Russland in den Weltnachrichten heute: Besuch des chinesischen Verteidigungsministers, Marineübungen im Pazifik und Charmeoffensiven in Brasilien und Indien

Aus den heutigen Nachrichten über die russischen Aktivitäten auf der Weltbühne geht hervor, dass die Führung des Landes durchaus in der Lage ist, gleichzeitig zu gehen und Kaugummi zu kauen, im Gegensatz zu den Führern mancher Länder, die wir hier nicht in Verlegenheit bringen wollen, indem wir sie nennen.

Die westlichen Mainstream-Medien haben dem Besuch des chinesischen Verteidigungsministers, General Li Shangfu, in Moskau größte Aufmerksamkeit geschenkt, der gestern begann, als er von Präsident Putin zu Gesprächen mit seinem russischen Amtskollegen, Sergej Schoigu, empfangen wurde. Der Austausch von Höflichkeitsfloskeln bei einem Fototermin, bei dem sowohl Putin als auch Li die engen Beziehungen zwischen ihren Ländern im Gefolge der Freundschaft zwischen Putin und Xi Jinping bekräftigten, wurde von Euronews, der BBC und anderen Sendern, die dem Kreml normalerweise offen feindlich gegenüberstehen und ihm keinen Gefallen tun, ausgestrahlt. Die Bedeutung der Zusammenarbeit bei der Verteidigung dieser beiden Supermächte ist zu groß, um sie zu ignorieren.

Viele westliche Beobachter erinnerten ihre Zuhörer daran, dass Li seit der Präsidentschaft Trumps wegen seiner “engen Zusammenarbeit” mit Russland unter US-Sanktionen steht. Worin bestand aber diese Zusammenarbeit? Li war für die Beschaffung von Militärgütern zuständig und unterzeichnete die Verträge zum Kauf von Russlands weltbestem Luftabwehrsystem S-400 und seinen modernsten Kampfjets. Es wäre nicht verwunderlich, wenn Li während seines viertägigen Besuchs seine Bemühungen um weitere erstklassige russische Ausrüstung fortsetzen würde, die in einem bevorstehenden militärischen Konflikt mit den Vereinigten Staaten über Taiwan sehr nützlich sein könnten. Es wäre auch logisch, dass Li erörtert, welche chinesische Ausrüstung an Russland geliefert werden könnte, falls der Konflikt mit der NATO über die Ukraine zu einem neuen Risiko eskaliert und China beschließt, seine derzeitige Vorsicht aufzugeben und sein Schicksal in die Hände Russlands zu legen. Keine dieser Fragen taucht natürlich in den Berichten der westlichen Medien auf.

Die heutigen Aktivitäten von Li in Moskau fanden in den westlichen Medien weit weniger Beachtung, obwohl sie viel darüber aussagen, was die engen Beziehungen zwischen den beiden Verteidigungseinrichtungen bedeuten. Er besuchte die Militärakademie des Generalstabs, die in der Vergangenheit viele chinesische Studenten aufgenommen hat, die später in der Volksrepublik China Karriere gemacht haben. Es ist zu erwarten, dass die Zahl der chinesischen Studenten an dieser und anderen russischen Militärschulen wieder ansteigen wird, um die Kader zu bilden, die das gegenseitige Verständnis und koordinierte Verteidigungsprogramme für die kommenden Jahrzehnte sicherstellen.

Im russischen Fernsehen stand heute ein ganz anderes aktuelles Ereignis im Mittelpunkt: das Blitz-Manöver der russischen Pazifikflotte in höchster Alarmbereitschaft. Viele westliche Medien berichteten bereits vor Beginn des Manövers über dessen bevorstehende Durchführung. Heute sind ihre Berichte weit weniger zahlreich und der Inhalt ist minimal. TASS bringt heute den informativsten Textbericht (online), der sich auf den Bericht stützt, den Verteidigungsminister Schoigu vor den Fernsehkameras an Wladimir Putin richtete. Wir erfahren, dass an den Übungen über 25.000 Personen, 167 Kampfschiffe und Unterstützungsschiffe, darunter 12 U-Boote, 89 Flugzeuge und Hubschrauber beteiligt sind.

Die Fernsehberichterstattung über die Militärübungen auf Vesti erzählt jedoch eine weitaus interessantere Geschichte. Wir wurden an Bord der Schiffe mitgenommen, die fast alle neu gebaut sind, kompakt, mit einem stark reduzierten Radarprofil, vollgepackt mit Kanonen und Schnellfeuergeschützen neuester Bauart, wie wir sie sonst täglich auf den Schlachtfeldern des Donbas sehen. Und sie tragen Russlands Hyperschallraketen vom Typ Kinschal, die sich bei dem verheerenden Angriff auf einen von NATO-Offizieren genutzten Bunker in der Nähe von Lviv am 9. März bewährt haben. Wie wir heute erfahren haben, dient die Kinschal auch als unaufhaltsamer und hochpräziser Zerstörer von feindlichen Flugzeugen. Dass sie Schiffe in der Größenordnung von Flugzeugträgern versenkt, stand nie in Frage.

Ich gebe nicht vor, in militärischen Angelegenheiten kompetent zu sein, aber selbst ein Laie wie ich könnte schockiert sein über den Vergleich zwischen diesen neuen russischen Überwasserschiffen, die an den Übungen der Pazifikflotte teilnehmen, und den antiquierten, aufgeblähten deutschen Schiffen, die die westlichen Nachrichtensprecher heute bei den NATO-Marineübungen in der Ostsee zeigten.

Was das Timing betrifft, so ist es kein Zufall, dass die Russen beschlossen haben, ihre Übung der Pazifikflotte, die insbesondere in der Nähe der Kurilen und in unmittelbarer Nähe zu Japan operiert, genau zu dem Zeitpunkt einzuberufen, an dem sich die Außenminister der G7-Staaten in der Nähe von Hiroshima treffen. Ebenso wenig kann man die enge Abfolge zwischen den russischen Übungen und Chinas massiver Demonstration von Seestärke letzte Woche in den Gewässern um Taiwan, einschließlich Übungen von Flugzeugen auf einem ihrer Flugzeugträger, ignorieren, um ihren Unmut über den Besuch der taiwanesischen Präsidentin in den USA wenige Tage zuvor und ihre Gespräche mit dem Sprecher des Repräsentantenhauses zu zeigen.

Was schließlich diese beiden Manöver betrifft, so zeigt ein Blick auf die Karte, dass sie an den beiden Enden eines Bogens stattfinden, der von Kamtschatka bis hinunter zum Meer vor Vietnam reicht. Es handelt sich um zwei Krallen einer potenziellen russisch-chinesischen Zange, in die die US-amerikanische und verbündete Marinepräsenz geraten ist. Ist dies zufällig oder absichtlich eine klare Botschaft an Washington?

Kommen wir nun zu den Charmeoffensiven. Die heutige Ausgabe von Vesti enthält eine Videoreportage über die Ankunft des russischen Außenministers Sergej Lawrow in Brasilien zu Beginn seiner Lateinamerikatournee, die auch Besuche in Venezuela und Kuba vorsieht.

Vielleicht in Anlehnung an Annalena Baerbock, die vor einigen Tagen in Sportschuhen aus dem Flugzeug in Peking stieg, landete der sonst so adrette Lawrow in Brasilien in Jeans und weißen Turnschuhen. Zu seinen Treffen mit brasilianischen Spitzenbeamten später am Tag trug er jedoch einen fein geschnittenen Anzug. Wir können davon ausgehen, dass sie nach dem Besuch von Präsident Lula in Peking in der vergangenen Woche eine Menge zu besprechen haben. Zu den Themen dürften die brasilianische Position in Bezug auf Chinas 12-Punkte-Friedensplan für die Ukraine, die Frage der Schaffung einer neuen BRICS-Währung für den Handel zwischen den Mitgliedsstaaten und die Pläne zum weiteren Ausbau der Neuen Entwicklungsbank in Peking gehören. Die NDB ist die Antwort der BRICS auf den IWF und die Weltbank. Sie ist Teil der neuen Architektur globaler Institutionen, die China und Russland aufbauen, um die Multipolarität zu unterstützen. Für Lawrows Gespräche ist es von Bedeutung, dass Lulas ehemaliger Schützling Dilma Rousseff kürzlich vom Verwaltungsrat der Bank zur Präsidentin gewählt wurde. Seit 2021 gehören der NDB Bengadesch, Ägypten, die Vereinigten Arabischen Emirate und Uruguay an. Es werden sicherlich noch viele weitere Mitglieder hinzukommen.

Schließlich berichten die russischen Nachrichten heute in ausführlichen Text- und Videoberichten über die Gespräche, die Denis Maturov, der Minister für Industrie und Handel der Russischen Föderation, in Delhi führt, wo er eine umfangreiche russische Unternehmensdelegation leitet. Der indische Außenminister wird gezeigt, wie er Maturov mit herzlichen Worten empfängt und erklärt, dass Russland und Indien das Bestreben teilen, die Multipolarität in der Weltpolitik zu etablieren.

Nach Angaben der Rossiiskaya Gazeta besteht eine der wichtigsten Aufgaben der Delegation von Manturov darin, die indische Regierung davon zu überzeugen, dass Russland einen weiteren Auftrag zum Bau eines zweiten Atomkraftwerks erhalten soll. Der Online-Nachrichtenagentur AEX zufolge führt Manturow Gespräche über den Ausbau der direkten Flugverbindungen zwischen den beiden Ländern, um den Wirtschaftsaustausch und den Tourismus zu erleichtern. Vechernaya Moskva meldet, dass Russland und Indien an der Gründung einer Rückversicherungsgesellschaft arbeiten, die Öllieferungen per Schiff absichern soll.

Wenn ich die von Vesti übermittelten Zahlen richtig verstanden habe, belaufen sich die russischen Öllieferungen nach Indien derzeit auf die außergewöhnliche Menge von 1,5 Millionen Barrel pro Tag. Dadurch ist der bilaterale Handel im Vergleich zum Vorjahr um 50 % gestiegen. Bis heute beläuft sich das Volumen auf 45 Milliarden Dollar.

Weitere Themen der Handelsgespräche sind engere Beziehungen in der Pharma- und Automobilindustrie. Ein Abkommen über eine Freihandelszone ist im Gespräch, ebenso wie ein rechtlicher Schutz für Kapitalinvestitionen.

Wie westliche Geschäftsleute wissen, ist Indien kein einfacher Markt für Ausländer, und die Russen werden sehr hart arbeiten und geduldig sein müssen, um in allen derzeit diskutierten Bereichen erfolgreich zu sein. Aber sie haben eindeutig die politischen Beziehungen auf ihrer Seite.

Rússia no noticiário mundial hoje: visita do ministro da defesa chinês, exercícios navais de alerta máximo no Pacífico e ofensivas de charme no Brasil e na Índia

Pelas notícias de hoje, sobre as atividades russas no cenário mundial, parece que sua liderança é totalmente capaz de andar e mascar chiclete ao mesmo tempo, ao contrário dos líderes de alguns países, que não vamos envergonhar os mencionando aqui.

A grande mídia ocidental deu grande atenção à visita a Moscou do ministro da Defesa da China, general Li Shangfu, que começou ontem, quando ele foi recebido pelo presidente Putin para discussões junto com seu homólogo russo, Sergei Shoigu. As oportunidades de posarem para as câmaras e de trocarem cortesias, em que ambos Putin e Li confirmaram os laços estreitos de seus países, após a amizade entre Putin e Xi Jinping ir ao ar na Euronews, na BBC e em outras emissoras que normalmente são abertamente hostis ao Kremlin e não lhe fazem quaisquer favores. A importância da cooperação na defesa destas duas superpotências é uma notícia grande demais para se ignorar.

Muitos observadores ocidentais lembraram o público que Li está sob sanções dos EUA por sua “estreita cooperação” com a Rússia desde a época da presidência de Trump. Mas em que consistia essa cooperação? Li foi responsável pela aquisição de equipamento militar e assinou os contratos para a compra do sistema de defesa aérea da Rússia, o S-400, e de seus caças mais avançados. Não seria surpreendente se, durante sua visita de 4 dias, Li continuasse sua busca por outro equipamento russo, de renome mundial, que poderia ser muito útil em qualquer conflito militar iminente com os Estados Unidos por Taiwan. Também seria lógico para Li discutir qual equipamento chinês poderia ser fornecido à Rússia, se e quando o risco de um conflito com a OTAN pela Ucrânia aumentasse e a China decidisse abandonar sua cautela atual e unisse seu destino ao da Rússia. Nenhuma destas questões, é claro, figura nas reportagens da mídia ocidental hoje.

As atividades de Li em Moscou hoje receberam muito menos atenção na mídia ocidental, embora se diga muito sobre o que significam as relações estreitas entre os dois estabelecimentos de defesa. Ele visitou a Academia Militar do Estado-Maior, que no passado recebeu muitos estudantes chineses que seguiram carreira na RPC. É razoável se esperar que o número de estudantes chineses nesta e noutras escolas militares russas aumente mais uma vez, formando os quadros que garantem o entendimento mútuo e os programas de defesa coordenada pelas próximas décadas.

Na televisão russa hoje, foi um evento muito diferente que ocupou o centro do palco: os exercícios rápidos de alerta máximo da frota russa do Pacífico. Que isto estava acontecendo apareceu em reportagens de muitos meios de comunicação ocidentais antes de seu início. Suas reportagens hoje são muito menos numerosas e o conteúdo é mínimo. Enquanto isto, a TASS hoje tem a reportagem mais informativa (online), com base no relatório que o Ministro da Defesa Shoigu fez a Vladimir Putin diante das câmeras de televisão. Diz-se que os exercícios envolvem mais de 25.000 em pessoal, 167 navios de combate e embarcações de apoio, incluindo 12 submarinos, 89 aeronaves e helicópteros.

No entanto, a cobertura televisiva dos exercícios militares na Vesti conta uma história muito mais interessante. Fomos levados a bordo dos navios, que são quase todos recém-construídos, compactos, com um perfil de radar bastante reduzido, equipados com canhões de última geração e artilharia de fogo rápido, como vemos diariamente nos campos de batalha no Donbas. E eles estão carregando os mísseis hipersônicos russos Kinzhal, que provaram seu valor no ataque devastador a um abrigo reforçado usado por oficiais da OTAN perto de Lviv em 9 de março. Disseram hoje que o míssil Kinzhal também serve como um destruidor indefensável e altamente preciso de aeronaves inimigas. Que também afunda navios na escala de porta-aviões, nunca houve dúvida.

Não finjo ter competência sobre assuntos militares, mas mesmo um leigo como eu poderia ficar chocado com a comparação entre estes novos navios de superfície russos, que participam dos exercícios da Frota do Pacífico, e os antiquados e inchados navios alemães, que os apresentadores ocidentais mostraram hoje participando de exercícios navais da OTAN no Báltico.

Quanto ao momento, digamos que não seja fortuito que os russos tenham decidido convocar seu exercício da Frota do Pacífico, que opera principalmente perto das Curilas e próximo ao Japão, no exato momento em que os ministros das Relações Exteriores do G7 estão reunidos perto de Hiroshima. Também não se pode ignorar a estreita sequência entre os exercícios russos e a enorme demonstração de força naval chinesa na semana passada, nas águas ao redor de Taiwan, incluindo exercícios de aviões em um de seus porta-aviões, para mostrar seu descontentamento com a visita do presidente de Taiwan aos EUA poucos dias antes e suas conversas com o presidente da Câmara.

Finalmente, a respeito destes dois grupos de exercícios, olhando-se para o mapa, vemos que eles ocorrem em cada extremidade de um arco que vai de Kamchatka até o mar do Vietnã. Estas são duas garras de uma potencial turquesa sino-russa que apanha os EUA e a presença naval aliada.Será isto, por acaso ou intencionalmente, uma mensagem clara para Washington?

Agora vamos passar para as ofensivas de charme. A Vesti hoje traz uma reportagem sobre a chegada do ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, ao Brasil, para o início de sua turnê latino-americana, que também incluirá visitas à Venezuela e à Cuba.

Talvez seguindo uma sugestão to traje informal que Annalena Baerbock vestiu há alguns dias, quando desceu de seu avião em Pequim vestindo um par de tênis, o geralmente elegante Lavrov desceu no Brasil vestindo denim e tênis brancos. Mas ele estava de terno sob medida para suas reuniões com altos funcionários brasileiros no final do dia. Podemos supor que eles têm muito a discutir após a visita do presidente Lula a Pequim na semana passada. Os tópicos podem incluir a posição brasileira em relação ao plano chinês de paz de 12 pontos para a Ucrânia, a questão da criação de uma nova moeda do BRICS para o comércio entre seus estados membros e os planos para aumentar ainda mais o Novo Banco de Desenvolvimento em Pequim. Este banco é a resposta dos BRICS ao FMI e ao Banco Mundial e faz parte da nova arquitetura das instituições globais que a China e a Rússia estão construindo para sustentar a multipolaridade. É relevante para as discussões de Lavrov que a protegida de Lula, Dilma Rousseff, fora recentemente eleita presidente do banco por seu Conselho Administrativo. Desde 2021 o NBD tem entre seus membros Bengladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos e Uruguai. Com certeza, muitos outros membros virão.

Finalmente, as notícias russas de hoje trazem extensas reportagens, em texto e vídeo, sobre as conversas que Denis Maturov, Ministro da Indústria e Comércio da Federação Russa, está tendo em Delhi, onde chefia uma importante delegação corporativa russa. O ministro das Relações Exteriores da Índia recebeu Maturov calorosamente, com palavras no sentido de que a Rússia e a Índia compartilham a ambição de estabelecer a multipolaridade na governança global.

Segundo Rossiiskaya Gazeta, uma das principais tarefas da delegação de Manturov é influenciar a opinião do governo indiano a favor de conceder à Rússia um novo contrato para se construir uma segunda usina atômica. A agência de notícias online AEX nos informa que Manturov está em negociações para expandir as rotas aéreas sem escalas entre os dois países, para melhor se facilitarem as trocas comerciais e o turismo. Vechernaya Moskva informa que a Rússia e a Índia estão trabalhando para criar uma empresa de resseguros para fornecer cobertura do transporte marítimo de petróleo.

Neste último aspecto, se entendi corretamente o número dado pela Vesti então, as vendas de petróleo russo para a Índia atingiram agora um volume extraordinário de 1,5 milhão de barris por dia. Isto elevou o nível do comércio bilateral em 50% em relação ao ano anterior. Até o momento, a cifra é de 45 bilhões de dólares.

Outros assuntos para negociações comerciais incluem o estreitamento de laços nas indústrias farmacêutica e automotiva. Um acordo para uma zona de livre comércio está em discussão, assim como proteções legais para investimentos de capital.

Como sabem os empresários ocidentais, a Índia não é um mercado fácil para os estrangeiros e os russos terão de trabalhar muito e ser pacientes para sucederem em todos as áreas agora em discussão. Mas claramente têm as relações políticas [entre os países] a seu lado.

Press TV, Iran’s ‘Spotlight’ on the visit to China of Brazil’s President Lula

Once again it is my pleasure to present a well organized discussion of one of the week’s key events, namely the visit of Brazilian President Lula to China in which the topics of de-dollarization and formation of more democratic institutions of global governance were foremost on the agenda.  Viewers will surely agree that the program’s host had well researched, probing questions. He also had the presence of mind to dig deeper into remarks by the two panelists in follow-up questions.

Translations below into French (Youri), Spanish (Hugo Guido), German (Andreas Mylaeus) and Brazilian Portuguese (Evandro Menezes )

Press TV, « Spotlight » de l’Iran sur la visite en Chine du président brésilien Lula

Une fois de plus, j’ai le plaisir de présenter une discussion bien organisée sur l’un des événements clés de la semaine, à savoir la visite du président brésilien Lula en Chine, au cours de laquelle les thèmes de la dédollarisation et de la formation d’institutions de gouvernance mondiale plus démocratiques étaient au premier plan de l’ordre du jour.  Les téléspectateurs conviendront certainement que l’animateur de l’émission a posé des questions bien documentées et approfondies. Il a également eu la présence d’esprit d’approfondir les remarques des deux intervenants dans les questions de suivi.

Press TV, elpunto de vista’ de Irán sobre la visita a China del presidente de Brasil, Lula.

Una vez más, es un placer para mí presentar una discusión bien organizada de uno de los eventos clave de la semana, a saber, la visita del presidente brasileño Lula a China, en la que los temas de la desdolarización y la formación de instituciones más democráticas de gobernanza global ocuparon un lugar destacado en la agenda. Los espectadores seguramente estarán de acuerdo en que el presentador del programa tenía preguntas bien investigadas y de sondeo. También tuvo la presencia de ánimo para profundizar en las observaciones de los dos panelistas en las preguntas de seguimiento.

Press TV, Iran’s ‘Spotlight’ zum Besuch des brasilianischen Präsidenten Lula in China

Wieder einmal ist es mir eine Freude, eine gut organisierte Diskussion über eines der Schlüsselereignisse der Woche zu präsentieren, nämlich den Besuch des brasilianischen Präsidenten Lula in China, bei dem die Themen Entdollarisierung und Bildung demokratischerer Institutionen der Weltordnungspolitik ganz oben auf der Tagesordnung standen. Die Zuschauer werden sicher zustimmen, dass der Moderator der Sendung gut recherchierte, bohrende Fragen hatte. Er hatte auch die Geistesgegenwart, die Ausführungen der beiden Podiumsteilnehmer in Anschlussfragen zu vertiefen.

‘Spotlight’ da Press TV iraniana sobre a visita do presidente Lula à China

Mais uma vez, tenho o prazer de apresentar uma discussão bem organizada sobre um dos principais eventos da semana, ou seja, a visita do presidente brasileiro Lula à China, na qual os tópicos da desdolarização e a formação de instituições de governança global mais democráticas tiveram destaque na agenda. Os espectadores certamente concordarão que o apresentador do programa pesquisou bem suas perguntas investigativas. Ele também teve a presença de espírito de se aprofundar nas observações dos dois entrevistados em suas inquirições.